A Corrida que nos Separou
- 31 de mai.
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— Me conta, Marco. O que está acontecendo no seu casamento?
Respirei fundo, sentindo o peso no peito, e comecei:
— Doutora… eu achava que tinha uma vida quase perfeita. Tenho 41 anos, moramos num apartamento na Vila Nova Conceição. Duas filhas lindas. Minha esposa, Eliana, tem 38 anos. Depois das duas gravidezes, ela ficou muito insegura com o corpo, com as estrias, com barriga, na visão dela, porque pra mim estava perfeita. Começou a trabalhar em home office e nosso casamento foi virando uma rotina morna. Sem desejo sexual por parte dela, porque eu sempre quis, mas eu tentava ser compreensivo, dando espaço
Fiz uma pausa, apertando as mãos.— Mas acho que abri espaço demais. — Calma, respira, Marco. No seu tempo. Vou pegar uma água pra você. Toma.Respirei fundo— Ela está me traindo, Dra. — e me desabei.— Respira, Marco. Respira. Sei que vai doer, mas preciso que solte tudo que está dentro de você para a gente trabalhar melhor.Limpei o rosto e comecei
Eliana tem 38 anos e eu tenho 41. Nos conhecemos trabalhando com TI e nos apaixonamos pela inteligência um do outro. Casamos, tivemos duas filhas que estudam em uma das melhores escolas de São Paulo. Construímos uma vida boa: moramos num apartamento lindo na Vila Nova Conceição, temos dois carros de luxo na garagem, viajamos bastante e frequentamos bons restaurantes. Por fora, nosso casamento parecia perfeito.
Eu sempre me esforcei para ser um bom marido. Comprava jóias, flores, levava ela para jantares caros e escolhia vinhos especiais. Nos primeiros anos nosso sexo era intenso e frequente. Mas depois das duas gravidezes, as coisas foram mudando. Eliana ficou muito insegura com o próprio corpo. Reclamava das estrias, da barriga, dizia que não tinha mais firmeza. Para mim ela continuava linda, ainda mais mulher, mas ela não se via assim.
Ela começou a trabalhar em home office, o que era ótimo para nossa rotina. Eu me sentia seguro sabendo que ela estava em casa com as meninas, longe da violência da cidade. Nunca quis ela presa em casa. Pelo contrário, sempre incentivei que saísse com as amigas, fosse a jantares e festas. Eu só não sou muito de balada, prefiro algo mais tranquilo, mas sempre respeitei o espaço dela.
Poucos dias depois, a Suzana, amiga dela de longa data, apareceu em casa e começou a convencê-la a se inscrever numa turma de corrida no Ibirapuera. Eliana nunca foi de esporte, só caminhava com as crianças e com a cachorrinha. Mas a Suzana insistiu para que ela experimentasse. Eu achei uma ótima ideia e incentivei bastante, achando que seria bom para a autoestima dela.
No dia seguinte ela acordou cedo, às 6h e vestiu uma camiseta branca justa e um conjunto de moletom cinza que marcava bem o corpo. Não estava muito animada, mas foi. Eu dei um beijo nela e desejei boa sorte.O treino começava às sete e terminava às nove. Ela chegava em casa exausta, suada, com o rosto corado e o corpo brilhando. Dizia que quase tinha passado mal de calor e que precisava de roupas melhores para correr. Naquela mesma tarde combinou com a Suzana de irem comprar peças adequadas.
Com o passar das semanas, comecei a reparar nas sacolas de artigos esportivos se acumulando na poltrona do nosso quarto. O que antes eram peças sóbrias, pretas e azuis, foram aos poucos se tornando mais chamativas e sensuais: tops curtos, shorts mais curtos, leggings que marcavam cada curva.
Eu estava gostando de ver a evolução dela. Eliana tem um corpo naturalmente bonito, seios grandes e firmes, quadril largo e bem desenhado. A barriga, que tanto a incomodava, começou a ficar mais seca e definida. Sempre que eu elogiava, ela abria um sorriso diferente, quase tímido, como se há muito tempo não se sentisse desejada. Aquilo me enchia de esperança.
Mas uma manhã, eu acordei mais cedo que o normal e fingi que ainda dormia. Deitado de bruços, fiquei observando ela se arrumar sem querer me acordar. Ela prendeu o cabelo num rabo de cavalo alto, passou uma maquiagem leve, o que me deixou intrigado, já que iria suar logo em seguida. Tirou o robe devagar, ficando só de calcinha de costas para mim.
Meu olhar desceu pelo corpo dela. Então, para minha surpresa, ela tirou a calcinha, ficando completamente nua. Pegou um top branco com detalhes rosados, bem curto e decotado, que mal cobria a parte de baixo dos seios. Depois borrifou perfume: primeiro nos dois lados do pescoço, depois nos pulsos e, por último, na virilha, bem devagar. Só então vestiu um short legging rosa, curto e justo, que marcava sua bunda de forma impressionante. Colocou meias, calçou tênis, jogou um agasalho por cima e saiu do quarto.
Fiquei ali deitado, olhando para o teto, sentindo uma mistura estranha de excitação e desconforto. Ela nunca tinha se arrumado com tanto cuidado só para correr.No início, ela chegava em casa por volta das nove e meia, toda suada e exausta. Com o tempo, conforme foi se acostumando e animando com a corrida, começou a voltar mais tarde, lá pelas dez e pouco. Dizia que tinha feito amizade com as meninas do grupo e que iam tomar café da manhã no parque ou em alguma padaria ali pela região. Eu achava bonito, ela finalmente estava saindo da rotina e socializando.
Mas ultimamente eu quase não a encontrava mais saindo, porque já tinha ido trabalhar. Comecei a reparar que ela estava demorando demais. Um dia, curioso, perguntei discretamente para o porteiro. Ele me disse que Eliana costumava chegar entre onze e meia e meio-dia, às vezes até um pouco mais tarde.
Aquilo me soou estranho. A essa hora muita gente já está trabalhando, inclusive ela, que faz home office. Mesmo assim, respeitei o espaço dela e não comentei nada.
Até que uma manhã de sábado, recebi uma mensagem da Suzana:
“Oi Marco, a Eli já chegou? Mandei mensagem pra ela e não me responde. Diz pra ela que a ficha da corrida da semana que vem tá aqui comigo e pra ela pegar amanhã sem falta porque é o último dia.”
Respondi rapidamente:
“Oi Suzana, tudo bem? Estranho, ela não tá com vocês tomando café? Porque aqui ela ainda não chegou.”
A resposta dela demorou alguns segundos e veio curta:
“Faz tempo que ela não toma café com a gente. Ela sai do treino às nove em ponto. Não esquece de passar o recado? Obrigada.”
Fiquei olhando para a tela do celular por um longo tempo, sentindo um frio subir pela espinha.
“Estranho, mas tudo bem. Pode deixar que eu dou o recado.”
Guardei o celular e fiquei parado no meio da sala, processando aquilo. Se ela saía do treino às nove e só chegava em casa quase ao meio-dia… onde diabos minha mulher passava aquelas duas horas e meia todos os dias?
Era inevitável que uma semente de desconfiança começasse a crescer dentro de mim. Eu tentava afastar o pior pensamento, mas não conseguia mais ignorar os sinais: as roupas cada vez mais sensuais, o perfume aplicado na virilha, a demora constante, e aquela empolgação nova que ela carregava no olhar. Uma energia que já não existia mais para mim.
Naquela noite, decidi tomar uma atitude. Programei um jantar bem especial e romântico num restaurante incrível no topo de um prédio nos Jardins, com vista panorâmica de São Paulo. Reservei a mesa mais reservada, pedi flores, e escolhi o vinho que ela mais gostava. Quando contei o plano, para minha surpresa, Eliana topou imediatamente. Achei que talvez fosse um bom sinal, que ainda havia algo entre nós que pudesse ser resgatado.
Ela se arrumou com capricho. Escolheu um vestido preto justo, daqueles que marcavam sua cintura e valorizavam os seios, o cabelo solto e uma maquiagem mais elaborada. Durante o jantar ela estava sorridente, conversando sobre as meninas, sobre o trabalho, até riu de algumas das minhas piadas. Por alguns momentos eu consegui me convencer de que estava tudo bem, que talvez eu estivesse exagerando na cabeça.
Mas havia algo estranho.
Ela olhava o celular com mais frequência que o normal, discretamente, achando que eu não reparava.Quando ela foi ao banheiro, voltou com um sorriso diferente, quase luminoso, como se tivesse recebido uma mensagem que a agradou muito.
No caminho de volta para casa, dentro do carro, coloquei a mão na coxa dela e deslizei os dedos devagar, tentando reacender o desejo. Ela não afastou minha mão, mas também não correspondeu com o mesmo entusiasmo de antes, quando ele pousava a sua mão na minha e puxava mais para o ventre. Quando chegamos em casa e as meninas já estavam dormindo, tentei beijá-la no pescoço, puxando-a para mim. Eliana me deu um beijo rápido e disse baixinho:
— Hoje não, amor. Estou exausta da corrida e do dia. Amanhã tenho que acordar cedo, sabe como é. Boa noite, querido
Mais uma vez.
Deitei ao lado dela na cama, olhando o teto no escuro, sentindo o peso da desconfiança crescer ainda mais. O corpo dela estava ali, tão perto, mas parecia cada vez mais distante. E pela primeira vez, comecei a me perguntar seriamente o que ela fazia naquelas duas horas e meia que sobravam entre o fim do treino e a hora que chegava em casa.
No dia seguinte, Eliana acordou mais cedo que o normal e se produziu com um cuidado que eu raramente via. Escolheu um top branco curto que realçava seus seios fartos e empinados, deixando à mostra a barriga agora firme e definida. A legging azul-escura era justa, marcando cada curva do quadril largo e da bunda redonda e empinada que a corrida havia esculpido. Ela passou perfume com atenção, especialmente na virilha e no pescoço, deu uma última olhada no espelho e saiu de casa.
Que Deus me perdoe, mas a desconfiança já tinha tomado conta de mim. Preparei o café da manhã para as meninas, avisei a mais velha que ia caminhar um pouco e saí de casa faltando vinte minutos para o treino terminar. Fui de carro para evitar cruzar com ela no caminho e estacionei no bolsão da Oca, ponto final do percurso.
Fiquei dentro do carro, com o coração acelerado. Quando o grupo começou a chegar, peguei o celular e usei o zoom da câmera para observar melhor. Logo identifiquei Eliana no meio das pessoas, suada, sorridente, conversando e rindo com naturalidade. Depois de alguns minutos, ela fez um sinal discreto com a cabeça, acenou para o grupo e começou a caminhar para o asfalto.
Foi quando vi ele.
Um rapaz alto, por volta de 28 anos, de corpo atlético e bem definido, começou a seguir na mesma direção. Não era coincidência. Ele era o instrutor. Ombros largos, braços musculosos, peito definido e um porte jovem e forte. Vestia uma regata branca justa que colava no corpo, shorts pretos e tênis pretos.
Desci do carro e comecei a segui-los a uma distância segura. Os dois pararam em um quiosque de metal verde mais afastado. Pediram sucos e ficaram conversando. O tempo todo ele a tocava: mão na cintura, no ombro, deslizando pelo braço. Em determinado momento, quando os olhares se encontraram, ele desceu a mão sem vergonha e apertou a bunda dela com firmeza. Eliana não se afastou. Pelo contrário, sorriu e deixou que ele mantivesse a mão ali.
Fiquei parado atrás de uma árvore, sentindo uma mistura devastadora de raiva, dor e humilhação. Ver minha mulher, a mãe das minhas filhas, sendo tocada daquele jeito tão íntimo e descarado por outro homem, e vista das pessoas. E se alguém da turma olhasse?
Com os sucos ainda nas mãos, eles foram caminhando lado a lado, corpos quase colados, entrando numa área mais arborizada e reservada do parque. Passaram pelo Auditório e seguiram até um gramado onde havia mesas e bancos de concreto verdes. Eliana subiu no banco e sentou-se sobre a mesa. O rapaz posicionou-se entre as pernas dela, abrindo-as, e ficou bem na frente. Então ela segurou o rosto dele e começou a beijá-lo. Ele correspondeu imediatamente, segurando-a pela cintura com firmeza e puxando o corpo dela contra o seu.

A traição estava confirmada de vez. Meu estômago revirou. Mesmo assim, eu precisava ver até onde aquilo ia. Precisava saber o quão pior era.
Eles terminaram os sucos, jogaram os copos no lixo e voltaram a caminhar juntos, agora em direção à parte da marquise que estava em obras há anos — um lugar que parecia completamente abandonado.
Quando os dois chegaram diante do tapume de metal, eu sussurrei baixinho, quase sem voz:
“Não, amor. Não entre, por favor. Eu te amo...”
Ele entrou primeiro, segurando o tapume e puxando-o para o lado. Eliana curvou o corpo e entrou logo depois. Ele fechou o tapume atrás deles. Logo atrás eu estava lá.
Fiquei parado por alguns segundos, dividido. Poderia ter batido naquele metal e acabado com tudo ali mesmo. Mas eu sabia que eles iriam negar, falariam o clássico “não é o que você está pensando”, e eu ainda correria o risco de virar o vilão da história. Respirei fundo, tentando controlar a raiva e a dor que me consumiam.
Com muito cuidado, enfiei dois dedos na abertura do tapume, espiei para dentro e não vi ninguém. Abri devagar e entrei. O lugar estava escuro, úmido, com um cheiro forte de mofo e abandono. O ar parecia parado há muito tempo. Caminhei devagar, como um fantasma, pisando com extremo cuidado para não fazer barulho.
Meus olhos foram se acostumando à pouca luz que entrava pelas frestas. Avancei alguns metros, passando por pilhas de material velho e estruturas enferrujadas.
Saí para um corredor de vários nichos cercados por placas de concreto, como se fossem vagas de estacionamento, mas que deviam ser futuras salas que nunca seriam entregues.

Um deles, no canto, virando a esquina, tinha um nicho com uma lâmpada acesa. E quanto mais eu me aproximava, mais sons molhados eu ouvia. Não do piso, mas de bocas se beijando. Só que quando espiei pela quina da parede, escondido atrás de entulhos, vi que uma das bocas não era o que eu imaginava.
Eliana estava em pé, encostada na parede, com o top levantado e os seios completamente expostos. Um deles era apertado com força pela mão do instrutor, que estava de joelhos sobre um colchão velho e sujo, chupando o sexo da minha mulher com voracidade. Uma das pernas dela estava levantada e apoiada sobre o ombro dele.
Uma cena tão ousada que tive de esfregar os olhos para acreditar. Minha mulher parecia mil vezes mais ousada e entregue do que eu já tinha visto em todos os anos de casamento. Ela gemia bastante, os olhos fechados, com uma expressão quase de choro de tanto prazer e a boca entreaberta.
— Ai, Lucas... que boca gostosa…sua barba roçando a minha virilha tá incrível, meu bem….assim... — ela gemeu, e foi a primeira vez que descobri o nome dele.
Lucas continuou chupando-a com intensidade, a boca trabalhando com fome e precisão. Eliana soltava gritinhos agudos, o corpo tremendo a cada movimento da língua dele.
— Ai.. não para... vai assim...nossa que boca — ela suplicava, a voz rouca e entrecortada.
Ele não parava. Segurava a coxa dela com firmeza, mantendo-a aberta enquanto a devorava como se comesse uma manga super madura e suculenta. Os gemidos dela foram ficando mais altos, mais desesperados.
Então, com a respiração pesada e bem ofegante, Eliana murmurou:
— Lucas... eu quero a sua rola gostosa enchendo a minha boca.
Ele se levantou. Eliana se ajoelhou rapidamente no colchão, puxou o short dele para baixo e parou por um segundo, olhando fixamente. O membro dele era realmente grande, grosso e pesado, pulsando na frente do rosto dela.
Ela segurou a base com as duas mãos, aproximou o rosto e começou a passar a cabeça inchada e molhada lentamente pela sua própria face. O pau deixava um rastro brilhante na pele dela, melando sua bochecha, o queixo e até a ponta do nariz. Eliana fechou os olhos por um momento, como se estivesse inalando profundamente.
— Nossa... que cheiro forte... — murmurou ela, quase para si mesma, a voz baixa e rouca. — Eu adoro esse cheiro de homem...
A cabeça grossa do pau roçava no cabelo dela enquanto ela virava o rosto de um lado para o outro, esfregando-o contra a pele. Depois, com um olhar cheio de desejo, ela começou a bater o pau pesado contra a própria bochecha — primeiro de leve, depois com mais força —, produzindo um som molhado e obsceno. O peso e o tamanho dele eram evidentes a cada tapa.
Ela parecia completamente hipnotizada, alternando entre esfregar o pau no rosto e bater na bochecha, lambendo os lábios sempre que a cabeça roçava perto da sua boca.
Então, ela segurou com as duas mãos, abriu a boca e começou a chupá-lo. Não demorou muito para se engasgar, emitindo sons molhados e roucos enquanto tentava engolir o máximo que conseguia. Os olhos dela lacrimejaram, mas ela não parava, movendo a cabeça com vontade, com força, ela mesma se violentando.
— Gluck… gluck… gluuuuck… — Eliana se engasgava, os olhos lacrimejando, mas não tirava o pau da boca. — Hnnngh… gluck… gluck-gluck…Lucas gemia com a boca entreaberta, claramente excitado, a respiração pesada.
— Isso, chupa minha rola… ahhh… ela é toda sua… que boca gulosa…
Eliana tirou o pau da boca por um instante. Um fio grosso de saliva misturado com o melado dele esticou como um cordão entre os lábios dela e a cabeça do membro. Olhando para cima com os olhos marejados, ela disse com a voz rouca:
— Quero essa rola para sempre, Lucas. Pode tatuar aqui “Rola da Eliana”.
Lucas sorriu ao ouvir aquilo, um sorriso satisfeito e dominante. Sem esforço, ele a levantou no colo, segurando-a firmemente pela cintura. Eliana abriu as pernas ao redor dele, cruzando os tornozelos nas costas do rapaz. Lucas a apoiou contra a parede e a penetrou de uma só vez, fundo.
Eliana perdeu o controle completamente. Gritou alto, a voz ecoando pelo espaço abandonado:
— AI CARALHOOOO!!!!! FILHO DA PUTA DE GOSTOSOOOOO!!! ME COME!!! COME A SUA PUTINHA!!!
Ela continuava gemendo entre as estocadas fortes:
— Sou sua puta… fode a sua vagabunda… me fode bem fundo!
Ela falava coisas que eu nunca tinha ouvido saírem da boca dela em doze anos de casamento. Palavras cruas, sujas e cheias de desejo, ditas com uma entrega total enquanto Lucas a comia em pé, levantando e descendo o corpo dela no colo com facilidade impressionante.
Eu assistia a tudo aquilo completamente anestesiado. A tristeza, a raiva e a humilhação haviam passado. Agora eu não sentia mais nada. Apenas um vazio profundo. Me sentia um fracasso total, um homem derrotado, insignificante.
E a coisa continuou. Lucas comeu minha mulher de todas as formas possíveis, em posições que eu nem imaginava que fossem possíveis. Ele a contorcia, virava, levantava. Eliana gemia descontrolada, como se tivesse perdido completamente a noção de onde estava.
Quando ele anunciou que estava chegando ao limite, ela se ajoelhou rapidamente no colchão, olhando para ele com os olhos cheios de desejo.
— Goza, Lucas. Quero beber o seu leite — pediu ela, a voz ansiosa.
— Quer o meu leitinho, é? — ele respondeu, com um sorriso arrogante. — Minha putinha quer porra na boca, quer?
Eliana fez um som manhoso, quase infantil, e miou para ele como um gatinho, exatamente como ele mandou. Lucas segurou o pau grosso na frente do rosto dela e gozou.
Uma cascata de sêmen grosso e denso jorrou na boca aberta dela. Eliana ficou com os olhos fechados, a língua para fora, recebendo tudo. Eu vi o movimento da garganta dela engolindo, gole após gole. Algumas gotas grossas escaparam pelos cantos da boca e escorreram pelo queixo.
Aquilo foi o que mais doeu.
Durante todo o nosso casamento, eu pedi várias vezes para ela engolir. Ela sempre recusou, dizendo que achava nojo. Só uma única vez, no meu aniversário, ela deixou. Mas logo depois correu para o banheiro, cuspiu tudo e escovou os dentes. Na época, até rimos da situação. Ela disse que “pelo menos tinha tentado”.
E agora, ali na minha frente, ela engolia tudo com prazer, sem hesitar, com o rosto entregue e a garganta trabalhando para receber cada gota do amante.
Fiquei ali, escondido na escuridão, sentindo o chão desaparecer debaixo dos meus pés.Eles se abraçaram forte, se beijando com desejo, as mãos acariciando o corpo um do outro com urgência. Lucas deslizou as mãos pelas costas dela até abrir as nádegas de Eliana com as duas mãos.
— Só falta aqui pra entrar… — murmurou ele, passando o dedo no meio.
Eliana olhou para ele, sorrindo
— Nunca dei…
— Sempre tem a primeira vez — respondeu Lucas, com um sorriso.
— Espera que vou lubrificar bem.
Ela se ajoelhou novamente e voltou a chupá-lo com vontade, babando bastante até deixar o pau completamente melado e brilhando. Quando se levantou, olhou bem na cara dele e disse:
— Vamos estrear esse cuzinho, vamos? Só que quero tudo de uma vez, sem dó.
A raiva começou a voltar com força dentro de mim. Ver minha mulher pedindo para ser arrombada daquele jeito me consumia.
Lucas a colocou de quatro sobre o colchão imundo, empinando o quadril dela. Ele pressionou as costas de Eliana para baixo, fazendo o rosto dela esfregar-se contra o tecido sujo. Só Deus sabe quantas pessoas já tinham transado e gozado ali, dormido, mijado ou pior. E mesmo assim, ali estava ela — minha mulher, sempre tão fina, perfumada, que dormia em lençóis de algodão egípcio e fazia tratamentos caros de pele — prestes a entregar algo que nunca tinha dado para mim.
Lucas posicionou a cabeça grossa e melada na entrada estreita e, sem aviso, soltou todo o peso do corpo para dentro dela
Eliana abriu a boca num berro sem voz, os olhos bem fechados e apertados, o corpo inteiro tensionado. Por alguns segundos ela ficou assim, paralisada, sem emitir nenhum som.
Então a dor pareceu chegar de verdade.
— AAAAAAHHHHH!!! CARALHOOOO!!! TÁ ME RASGANDOOOO!!! — gritou ela, a voz embargada de dor. — AI, MEU DEUS!!! TÁ RASGANDO TUDO!!!
Lucas segurou firme na cintura dela e começou a mover o quadril devagar, mas fundo.
— Relaxa o cuzinho... — ele grunhiu.
— NÃO CONSIGO!!! AAAHHH!!! TÁ DOENDO MUITO!!! — ela implorava, chorando, as lágrimas escorrendo pelo rosto. — AI PORRA... TÁ DOENDO DEMAIS...
Mesmo chorando e reclamando da dor, Eliana não afastava o quadril. Pelo contrário, ela empinava ainda mais, como se precisasse sentir cada centímetro. Entre soluços e gemidos de sofrimento, sua voz começou a mudar:
— Ai… tá doendo… tá doendo muito… — soluçou ela, as lágrimas escorrendo pelo rosto. — Mas não tira… por favor… mete mais…
Lucas aumentou lentamente o ritmo, metendo mais fundo.
— Mais fundo… — ela pediu, ainda chorando. — Mete mais fundo, Lucas… ai, meu Deus…
As lágrimas continuavam descendo pelo rosto dela, mas o tom de voz ficava cada vez mais desesperado de desejo.
— Mais, Lucas… mais… cabe mais… por favor… me fode mais fundo…
Mesmo com o choro, Eliana empinava a bunda para trás com vontade, o corpo tremendo entre dor e prazer crescente.
Lucas começou a respirar mais pesado, acelerando as estocadas.
— Porra, Eliana… tô quase gozando… — grunhiu ele.
— Goza dentro… goza no meu cu… me enche toda… — implorou ela, a voz rouca e entrecortada.
Com um gemido longo e gutural, Lucas segurou firme na cintura dela e gozou. Eliana soltou um gemido alto quando sentiu ele jorrando dentro dela. Os dois ficaram parados por um longo tempo, ele completamente enterrado no fundo do cu dela, pulsando.
Quando finalmente tirou o pau devagar, Eliana se levantou com muita dificuldade, apoiando-se nele. Mal conseguia ficar de pé. Assim que se levantou, gotas grossas e pesadas começaram a cair direto no colchão e escorrer pela coxa interna dela — uma mistura de esperma branco e denso com filetes de sangue.
Não havia mais nada para fazer ali. Saí de fininho pelo mesmo caminho por onde entrei, com cuidado para não fazer barulho. Quando abri o tapume, a luz forte do sol bateu no meu rosto, me queimando os olhos. Caminhei atordoado até o carro, entrei e fechei a porta. Respirei fundo várias vezes e olhei o relógio no painel: 12h.
Todos aqueles dias em que ela parou de tomar café da manhã com as amigas… era para isso. Era para dar para ele. E hoje, ela tinha estreado o cu para o Lucas.
Fiquei rodando a cidade por mais de duas horas. Dirigi sem destino, passando por ruas que mal reconhecia. Não queria voltar para casa. Não queria ver ninguém. Tinha medo de que, se abrisse a boca, desabasse a chorar ali mesmo.
Mas eventualmente eu precisava voltar.
Quando finalmente cheguei ao apartamento, o elevador privativo me deixou direto na varanda ampla. Lá estavam as três mulheres da minha vida: Eliana, nossa filha mais velha e a caçula, sentadas tranquilamente tricotando. Eliana estava com um sorriso calmo no rosto, o cabelo ainda úmido do banho que devia ter tomado antes de chegar em casa. Ela ria de algo que a filha mais nova havia falado, parecendo a mesma esposa dedicada e mãe carinhosa de sempre.
Ninguém ali imaginava o que ela tinha feito há menos de duas horas. Ninguém sabia que ela havia acabado de ser arrombada no cu por outro homem, engolido porra e gemido como uma puta enquanto o sêmen dele ainda escorria dela.Nossa, que queria vomitar, mas não tinha mais nada no meu estômago. Já tinha soltado tudo.
Eliana levantou o olhar e me viu. Abriu um sorriso doce, quase inocente.
— Chegou cedo hoje, amor? — perguntou ela, com a voz calma e carinhosa.
Fiquei parado na porta da varanda, sorrindo e olhando para ela, sem conseguir responder.Ela se aproximou para me beijar e— Pera só um pouco, Eli. Pera um instante…E saí dali. Não quero tocar na boca onde outro homem gozou. Queria chorar, mas não na frente das minhas filhas. Então fui para o quarto. Ela veio atrás de mim.— Tá tudo bem, meu amor? — toda preocupada.“Meu amor” ela disse para o outro enquanto dava o cu.
— E como ficou depois, Marco?
— Doutora, depois do jantar e de dar boa noite para as meninas, eu fui para a varanda com um copo e uma garrafa de Single Malt. Não queria de jeito nenhum ficar no quarto com ela. Mas Eliana veio atrás de mim, vestindo um roupão, abraçando o próprio corpo e insistindo para eu ir dormir.
Dra. Minaho serviu mais água para mim, sem dizer nada.
— Eu pedi para ela se sentar. Perguntei como tinha sido o dia dela. Ela respondeu que foi intenso, que o instrutor não pegou leve e que tinham feito “horas extras” no treino. Ainda tive coragem de falar que tinha reparado que ela estava andando meio dolorida.
Suspirei fundo, sentindo o peito apertar só de lembrar.
— Fiquei em silêncio por quase um minuto, tomando whisky. Então tirei o celular do bolso, liguei o vídeo e aumentei o volume.
A voz de Eliana explodiu na sala da terapeuta:
— AI CARALHOOOO!!!!! FILHO DA PUTA DE GOSTOSOOOOO!!! ME COME, LUCAS!!! COME A SUA PUTINHA!!!
Dra. Minaho engoliu em seco, claramente surpresa.
— E qual foi a reação dela? — perguntou a terapeuta.
Eu olhei para o lado, com o rosto endurecido.
— Pergunte você mesma pra ela…

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