A volta por cima
- 31 de mai.
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Atualizado: 4 de jun.

— Sabe Dra. Minaho, de onde vim, aquele que sempre faz o correto, que se cuida, que faz as coisas corretas, sempre se dão bem.Mas teve uns dias que eu comecei a duvidar disso. Sempre acordo cedo, luto contra mim mesma para manter a disciplina e me exercitar para manter o meu corpo em ordem. Check-up em dia, como coisas saudáveis, mantenho a casa organizada, ainda mais para quem trabalha com sistema de câmeras e vigilância, detalhes são levados a sério.Mas quando a minha irmã veio do interior, sentia algo estranho na minha casa, principalmente o meu marido. E quando descobri o motivo, eu quis morrer. Mas dei a volta por cima.
Saí de casa às seis e meia da manhã, vestindo um top esportivo branco justo com detalhes neon verde-limão nas alças e na base, que realçava meus seios firmes e deixava a barriga tanquinho à mostra.
Na parte de baixo, usava um short branco curto e colado, com laterais neon combinando, marcando bem a curva da minha bunda e coxas torneadas.
Tinha prometido a mim mesma correr os 10km hoje. Mas quando cheguei na praça e coloquei o fone Bluetooth, não havia carregado. Às vezes, os fones dentro da caixinha não estão grudados corretamente na fonte. Sem música, sem batida, o silêncio da manhã me pesou. Desisti.
Parei na padaria da esquina, comprei pão francês quentinho, frios e suco de laranja. Voltei para casa antes das sete.
Abri a porta devagar, deixei a sacola na mesa da sala e tirei os tênis. A casa ainda estava escura, silenciosa, todos dormindo. Subi a escada acarpetada sem acender nenhuma luz. Meus pés descalços não faziam barulho.
Quando cheguei ao penúltimo degrau, antes da curva que dava no hall do quarto, parei.
A porta do banheiro estava entreaberta. A luz amarelada do chuveiro vazava para o corredor. E ali, dentro do box, vi uma silhueta.
Minha irmã Sandra de 19 anos saiu de Marília para fazer o vestibular em São Paulo e está passando uma semana em casa. Ela estava nua e de lado lavando os cabelos. A água escorria pelos seus cabelos longos, pelas costas delicadas, pela curva da bunda empinada.
De repente outra pessoa se aproximou de frente grudou no corpo dela, as bocas dos dois se tocaram ardentemente e as mãos grandes e peludas apertavam a bunda dela. Era o Ricardo, o meu marido.
Fiquei paralisada. Meu coração disparou tão forte que achei que eles fossem ouvir. Em vez de descer ou gritar, eu me abaixei devagar, deitei de bruços nos degraus, só a cabeça aparecendo na curva da escada. Escondida. Observando.
— Ricardo... pára...ah… — murmurou Sandra, mas a voz dela era manhosa, excitada.
— Você disse isso ontem também — ele respondeu rouco, apertando mais a bunda, roçando o pau duro na barriga molhada. — E mesmo assim abriu as pernas pra mim quando sua irmã saiu pra correr.
Sandra gemeu baixinho quando ele deslizou a mão entre as coxas dela.
— Ela é tão certinha... tão dedicada — continuou ele, com um tom que me machucou e, estranhamente, me excitou. — Corre todo dia, faz comida saudável, transa uma a cada duas semanas... Mas não tem esse fogo que você tem.
Sandra riu, safada, e abriu ainda mais boca, as línguas se abraçavam, enquanto ele enfiava dois dedos na fenda dela.
Eu não conseguia me mexer. Minhas mãos tremiam. Sentia o rosto quente, a respiração curta. E, para minha vergonha, sentia minha boceta latejando dentro da legging.
Eles desligaram o chuveiro. Ricardo pegou a toalha e secou Sandra com calma, demorando nos seios, na bunda, passando a toalha entre as pernas dela enquanto ela mordia o lábio. Depois ela fez o mesmo com ele, ajoelhando no chão do banheiro para secar o pau duro, dando um beijo bem lento na cabeça antes de se levantar.
Saíram nus pelo corredor e de mãos dadas. Ricardo deu um tapa forte na bunda da minha irmã, que soltou um gritinho abafado e riu.
Eles entraram no nosso quarto.
Eu esperei alguns segundos, depois subi os últimos degraus como um fantasma. Meu corpo todo tremia. Parei no batente da porta, escondida na penumbra, só o suficiente para ver a nossa cama.
Sandra estava de quatro no nosso lençol branco virada para o encosto. Ricardo atrás dela de joelhos, mas uma perna com a sola na cama, segurando os quadris dela. Ele cuspiu na mão, passou no pau e empurrou devagar, entrando inteiro nela.
— Ai, caralho... — gemeu Sandra, jogando a cabeça para trás. — enfia a minha rola em mim!!!Minha rola…
— Mais fundo que o seu namoradinho de merda, né? — ele disse, começando a meter com força.
— Muito mais... Porra, Ricardo... vai.
Ele segurou os cabelos dela e puxou, arqueando as costas dela enquanto metia fundo, e espancando a bunda dela.
— Quando você voltar pra sua cidade, vai ficar pensando no meu pau, não vai?
— Vou... toda vez que o meu namorado me comer, vou lembrar de você me comendo no quarto da minha irmã.
Ricardo riu, safado, e deu outro tapa na bunda dela.
— E a Suely? — perguntou ele, acelerando as estocadas. — O que você acha da sua irmã?
Sandra gemeu alto, empinando mais a bunda.
— Ela é linda... mas é chata pra caralho…..ahhhh…….. Toda controladora…….ahhhhh assim……. Tão... sem graça na cama. Você merece alguém que goste de dar o cu, de mamar gostoso, de ser puta pra você……mais…
Ricardo gemeu, apertando a cintura dela com força.
— Por isso vou te comer todos os dias que você estiver aqui... enquanto ela tá correndo cuidando da saúde…
Eu estava hipnotizada. Minha mão desceu sozinha para dentro da legging, tocando minha boceta encharcada enquanto via meu marido foder minha irmã com força no nosso quarto, na nossa cama, me criticando. Os gemidos dela, os tapas, o barulho molhado dos corpos se chocando.
Sandra gozou primeiro, tremendo, apertando o lençol. Ricardo puxou o pau e virou ela de frente, abrindo as pernas dela e metendo novamente, olhando nos olhos dela.
— Goza dentro... — pediu Sandra, voz manhosa, empinando a bunda e apertando o pau dele com a boceta. — Me enche, Ricardo. Quero vazar o dia inteiro pensando em você.
Ricardo deu uma risada baixa e safada, segurando firme os quadris dela.
— Não, meu bem. Não quero acidentes. Vem botar a boquinha vai. Essa boca que sabe fazer o teu cunhado gozar feito um louco.
Sandra virou-se rapidamente, ficando de joelhos na cama, com um sorriso guloso no rosto. Os seios firmes balançaram com o movimento.
— Então vem, meu cunhado gostoso. Dá a minha rola e faz me engasgar…
Minha rola, de novoSandra fez o Ricardo ficar de pé e ficar de costas na parede, junto com o escosto da cama e se ajoelhou na frente dele que estava com os olhos cheios de tesão. Segurou o pau grosso dele com as duas mãos e abriu bem a boca.
— Então vem, cunhado... me fode a garganta — murmurou ela, antes de engolir a rola de uma vez.
— Gluck… gluck… gluuuuck! — o som molhado e obsceno ecoou alto no quarto enquanto ela descia fundo, o pau dele invadindo sua garganta.
Ricardo gemeu de prazer e segurou a cabeça dela com firmeza, empurrando mais.
— Isso… engole tudo, sua putinha.
Sandra engasgou forte quando a cabeça grossa bateu no fundo da sua garganta:
— Hnnngh!! Ghhhk… gluck-gluck-gluck… hrrrk!!
Saliva grossa escorria pelos cantos da boca dela, babando no queixo e pingando nos seios. Ela tentava respirar pelo nariz, mas Ricardo não dava trégua, fodendo sua boca com estocadas profundas.
— Gluuuuck!! Haaak… gluck… gluck… gluuuurk!!
Os olhos dela lacrimejaram, mas ela não recuava. Ao contrário, empurrava o rosto ainda mais contra a virilha dele, engolindo quase até as bolas.
— Caralho, que garganta apertada… — grunhiu Ricardo, segurando o cabelo dela com força. — Faz esse barulhinho gostoso pra mim.
Sandra puxou o pau para fora por um segundo, tossindo e babando, uma grossa corda de saliva ligando seus lábios à cabeça inchada do pau dele.
— Haaah… hnnngh… — ela ofegou, antes de engolir novamente com vontade.
— Gluck-gluck-gluck-gluuuuck!! Hrrrk… hnnnghhh!!
O som molhado, engasgado e ritmado enchia o quarto inteiro. Cada vez que ele empurrava fundo, o barulho gutural dela vibrava no ar, obsceno e delicioso.Eu já estava com ânsia só de ver e principalmente de ouvir. Por isso nunca deixei o Ricardo fazer isso comigo. Meu estômago já estava todo embrulhado e saí de fininho, descendo as escadas sem fazer barulho, ainda descalça.
Me sentei devagar na poltrona da sala, no escuro, com as pernas trêmulas. O silêncio da casa agora parecia ensurdecedor. Lá em cima, eu ainda conseguia ouvir os gemidos abafados e o riso baixo da minha irmã.
O que eu fiz pra merecer isso?
A pergunta martelava na minha cabeça sem parar.
Eu sempre fiz tudo certo. Corro todo dia, cuido do corpo, faço comida saudável, transo com ele mesmo quando não estou no clima… E mesmo assim ele escolheu comer a minha própria irmã dentro da nossa casa. Na nossa cama. Na nossa vida.
Senti uma lágrima quente descer pelo rosto. A humilhação queimava no peito. Minha irmã. A Sandra. A mesma que eu acolhi, que está aqui para fazer a prova de vestibular, que tem namorado… e agora está de joelhos engolindo o pau do meu marido como se fosse um sorvete. Não suficiente, precisa de outro pau e chama de “seu”.
Mas o pior não era só a traição.
O pior era o meu corpo me traindo também.
Mesmo com o estômago embrulhado, minha boceta ainda latejava. Ainda estava molhada. A imagem de Sandra engasgando no pau dele não saía da minha cabeça. Aqueles sons obscenos — gluck… gluuuuck… hrrrk — ecoavam na minha mente. Eu me odiava por isso.
Como eu posso estar excitada com isso?
Eu me sentia traída, humilhada, pequena… mas também estranhamente excitada. Uma parte minha queria subir as escadas novamente, se esconder no batente e continuar assistindo. Outra parte queria invadir o quarto, gritar, chorar, bater nos dois. E uma terceira parte, a mais perigosa, imaginava Ricardo me segurando pelos cabelos e fazendo o mesmo comigo enquanto Sandra assistia.
Eu apertava as coxas com força, tentando ignorar o calor entre elas.
Será que eu sou fraca demais? Chata demais e previsível na cama?
Será que a Sandra é realmente melhor que eu? Mais nova, mais safada, mais apertada…
Eu me sentia dividida ao meio. Parte de mim queria destruir tudo e sair correndo daquela casa. Parte de mim queria se ajoelhar ao lado da minha irmã e competir.
Fiquei ali, sentada na poltrona, com as mãos tremendo no colo, o coração acelerado e a mente girando em um turbilhão de dor, raiva, ciúme… e um tesão sujo que eu não conseguia apagar.
Lá em cima, ouvi o riso abafado de Sandra novamente e agora do Ricardo. Pelo som das pisadas, acho que acabaram e estão se vestindo.
E, contra a minha vontade, minha mão desceu lentamente pela barriga, parando na borda do short.Então me levantei, calcei o tênis e fui até a porta da frente. Abri e fechei com força, anunciando minha chegada, e comecei a fazer barulho pela casa enquanto ia para a cozinha preparar o café.
Poucos segundos depois, ouvi os passos deles descendo a escada, tentando ser discretos.
— …nossa, no tempo certinho… — sussurrou Sandra, quase rindo.
— Shhhhh… ela vai ouvir. Tire a mão daí… — respondeu Ricardo baixinho.
Eles apareceram na cozinha. Ricardo com uma cara de quem tinha acabado de acordar, camisa básica e short de moletom. Sandra com um shortinho jeans e uma camiseta larga minha, que ela havia “emprestado”.
— Bom dia, amor — disse Ricardo com um sorriso tranquilo, vindo em minha direção.
— Bom dia, Suely! — completou Sandra, sentando-se à mesa com um ar inocente.
Ricardo se aproximou por trás enquanto eu colocava o café na máquina. Ele encostou o corpo no meu, pressionando-me levemente, e passou um braço ao redor da minha cintura. A outra mão subiu e segurou um dos meus seios por cima do top, apertando com carinho. Senti claramente que ele ainda estava excitado, roçando o pau dele que foi bulinado na escada pela minha irmã, contra minha bunda
Ele beijou minha bochecha com calma.
— Bom dia, linda — murmurou ele, com a voz baixa e carinhosa. — Tá gostosinha com esse short.Nunca falou essas coisas quando estamos só nós dois.
— Bom dia — respondi, mantendo a voz natural. — Dormiu bem?
— Dormi muito bem — ele disse, apertando suavemente meu seio antes de descer a mão para minha cintura. — E você? Como foi a corrida?
Sandra observava a cena com um leve sorriso, segurando a xícara.
— Vocês dois são tão... carinhosos de manhã — comentou ela, com um tom leve e provocador. — Dá até vontade de ficar mais tempo aqui em São Paulo só pra ver isso todo dia. Queria que meu namorado fosse assim comigo.
“Afffff, piranha…”
Ricardo não disse nada, apenas sorriu e deu outro beijo demorado no meu pescoço, como se fosse o gesto mais natural do mundo.
Eu mantive o sorriso no rosto enquanto servia o café.
— Quer pão com frios? — perguntei, olhando para os dois. — Comprei fresquinho agora há pouco.
— Adoraria, mana — respondeu Sandra, com um tom doce. — Você sempre pensa em tudo. Deve ser por isso que o Ricardo te ama tanto, né?
Havia um brilho provocador nos olhos dela quando disse isso. Eu apenas assenti, fingindo não perceber o duplo sentido.
— É, ela é impecável — completou Ricardo, apertando levemente minha cintura antes de se afastar para sentar à mesa. — Uma esposa perfeita.
O café da manhã transcorreu com conversas superficiais. Falei sobre a corrida que “tinha feito”, Ricardo comentou sobre o trânsito que estaria ruim mais tarde, e Sandra falou brevemente sobre os conteúdos que ainda precisava revisar para a prova. Tudo muito normal. Quase perfeito.
Mas eu notava cada detalhe: o jeito como Ricardo olhava para Sandra quando achava que eu não estava vendo, o modo como ela cruzava as pernas devagar, o sorriso discreto que trocavam de vez em quando.
Quando terminamos, Ricardo se levantou.
— Vou tomar um banho rápido e sair. Tenho reunião no escritório hoje.
— Eu também vou sair daqui a pouco — disse Sandra, levantando-se. — Vou estudar na biblioteca da USP. O ambiente lá ajuda a concentrar.
— Tá bom — respondi calmamente. — Eu também tenho algumas coisas para resolver fora de casa, mas estou de home office.
Subimos os três. Cada um foi para um lado: Ricardo entrou no banheiro, Sandra foi para o quarto de hóspedes se arrumar, e eu fui para o nosso quarto trocar de roupa.
Quinze minutos depois, estávamos todos prontos.
Desci primeiro. Ricardo veio logo atrás, já de camisa social e calça bag creme, cheirando a perfume. Sandra apareceu em seguida, com uma regata branca decotada leve, jeans e tênis branco, com a mochila.
— Então tchau, amor — disse Ricardo, me puxando pela cintura e me dando um beijo na boca, demorado o suficiente para ser carinhoso. — Te amo. Qualquer coisa me liga.
— Tchau, mana — falou Sandra, se aproximando e me dando um abraço apertado, o corpo ainda quente do banho.
— Obrigada por me receber aqui. Você é a melhor irmã do mundo….Ricardo, tá indo para algum metrô?
— Vou…..peraí…vou passar na Vila Madalena. Pode ser?
— Sim, tá ótimo? Pode me dar carona?— Claro, bora.— Tchau, maninha.
E me deu um abraço. Eu retribuí com a mesma intensidade.
— Tenham um bom dia vocês dois — respondi, com a voz serena.
Ricardo saiu primeiro. Sandra foi logo atrás, mas antes de fechar a porta, virou-se para mim com um sorriso suave:
— Ah, Suely… se precisar de alguma coisa da rua, me manda mensagem. Eu volto no final da tarde.
A porta se fechou.
Fiquei sozinha no meio da sala, ouvindo o carro de Ricardo ligando na garagem. Pela janela, vi Sandra entrando no carro dele. Os dois saíram juntos e dando gargalhadas, como se fossem um casal feliz em uma viagem.
A casa ficou em completo silêncio.
Eu me encostei na parede, sentindo o peso de tudo que havia acontecido nas últimas duas horas. Meu corpo ainda tremia. Raiva, excitação, vergonha e curiosidade se misturavam de forma sufocante.
Eles saíram juntos…
Na minha cabeça, as hipóteses começaram a surgir, cada uma pior que a anterior:
Talvez eles não tenham ido para lugar nenhum. Talvez Ricardo tenha parado o carro na primeira rua tranquila e já esteja com a mão entre as pernas da minha irmã novamente. Ou quem sabe foram direto para um motel barato ali perto, daqueles que alugam por hora. Imagino os dois entrando no quarto, sem nem esperar fechar a porta, Ricardo já tirando a blusa dela e chupando aqueles seios que ele tanto apertou hoje de manhã.
Ou pior: talvez eles façam isso todo dia. Enquanto eu acho que ela está estudando na biblioteca, os dois estão transando no banco de trás do carro, ou no apartamento de algum amigo dele. Sandra gemendo baixinho “meu cunhado gostoso” enquanto ele goza dentro dela outra vez.
A raiva subia quente pelo meu peito.
Como eles têm coragem? Na minha casa. Com a minha irmã. Na minha cama.
Mas quanto mais eu me enfurecia, mais molhada eu ficava.
Fui até o sofá da sala, arranquei o meu short com raiva, me sentei com as pernas abertas. Minha respiração estava pesada. Sem pensar muito, levantei o top esportivo até acima dos seios, expondo-os completamente. Meus mamilos já estavam duros. Segurei os dois com as mãos e apertei com força, com ódio, imaginando que eram as mãos dele apertando os seios dela.
— …seus filhos da puta… — murmurei baixinho, enquanto beliscava os bicos.
Minha outra mão desceu pela barriga suada, acariciando o ventre liso e definido da corrida. Eu o apertava, sentindo os músculos tensos, descendo devagar até a minha entrada. Estava ensopada e escorrendo. Mal encostei os dedos por cima do tecido e senti o quanto minha boceta latejava.
Fechei os olhos e continuei apertando o peito com uma mão, puxando o mamilo, enquanto a outra deslizava para dentro do short e da calcinha. Enfiei 3 dedos em mim e começava a me comer ali mesmo.
Será que agora, nesse exato momento, ele está comendo a minha irmã de novo?
A imagem de Sandra de joelhos no chuveiro, engasgando no pau dele, voltou com força. Os sons obscenos ecoavam na minha mente sem parar: gluck… gluuuuck… hrrrk. Eu comecei a enfiar os dedos com mais força, cada vez mais rápido, enquanto apertava o seio esquerdo com força, com raiva.
Estava achando pouco.
Corri até a bancada da cozinha, abri a gaveta com as mãos tremendo e peguei o rolo de massa de madeira. Cuspi na ponta grossa, duas, três vezes, lubrificando-o com minha saliva. Ali mesmo, em pé, encostada na bancada, e abri as pernas.
Empurrei a ponta grossa contra minha boceta encharcada e enfiei com força, gemendo alto no silêncio da casa.
— Seus desgraçados… — rosnei entre os dentes, enquanto metia o rolo cada vez mais fundo, fodendo-me com raiva e tesão misturados de um jeito doentio.
Eu me odiava por estar assim. Odiava meu corpo por reagir dessa forma. Mas não conseguia parar.
Movia o rolo com estocadas rápidas e brutas, imaginando que era o pau do Ricardo entrando em mim enquanto ele pensava na minha irmã. Minha boceta pulsava, escorrendo pelos meus dedos e pelo rolo, molhando o piso da cozinha. Eu apertava o peito com a outra mão, beliscando o mamilo com força, o corpo curvado para frente.
Gozei com violência.
Meu corpo inteiro tremeu, as pernas fraquejaram. Soltei o rolo, que caiu no chão quicando alto no azulejo frio. Gotas grossas escorriam da minha boceta, descendo pelas coxas trêmulas. Meus cabelos cobriam meu rosto enquanto eu olhava para baixo, ofegante.
Lágrimas caíam dos meus olhos.
Eu me sentia completamente derrotada. Gozando sozinha na cozinha, traída pelas duas pessoas que eu mais confiava no mundo. Meu marido e minha própria irmã. E o pior de tudo: eu tinha gozado como nunca imaginando exatamente isso.
Fiquei ali, encostada na bancada, respirando com dificuldade, o short ainda abaixado, o rolo de massa abandonado no chão ao meu lado.
O que eu vou fazer agora?
Horas depois, ainda anestesiada naquele “foda-se tudo”, terminei meu trabalho no home office e comecei a arrumar a casa para manter a mente ocupada. Foi quando chegou a mensagem.
“Amor, o pessoal da firma vai fazer um churrasco de confraternização para os novatos hoje às 19h. Quer ir comigo?”
Respondi rapidamente:
“Claro, amor. Vai ser onde?”
“No Morumbi.”
“Ah, ok. Então vou de Uber.”
“Combinado. Vou pegar a Sandra às 18h e nos encontramos lá.”
Olha que filho da puta.
Ele já tinha combinado tudo com a minha irmã antes mesmo de me chamar. Provavelmente enquanto ela ainda estava com o pau dele na boca. A humilhação queimou no meu peito, mas respirei fundo e respondi com um simples:
“Perfeito, te encontro lá.”
Subi para o chuveiro e tomei um banho demorado, deixando a água quente escorrer pelo corpo. Fiquei vendo o box que estava lembrando que os dois estavam se beijando aqui. Então eu parei de me sentir um fracasso e comecei a lavar o cabelo com calma, passei esfoliante, hidratei a pele. Queria estar impecável. Não para ele. Mas por mim.
Escolhi um vestido vinho curto, daqueles que grudam no corpo como uma segunda pele. Vesti-o devagar, sentindo o tecido deslizar pelos meus quadris e subir pelas coxas. O decote em V era profundo o suficiente para mostrar o vale dos meus seios, mas ainda elegante.
Ajustei as alças, virei de lado no espelho e vi como o vestido marcava bem minha cintura. Minhas costas toda aberta destacando a minha bunda. Perfeito, estava deliciosa…
Sentei na cama e calcei as sandálias de salto alto branco, cruzando as tiras finas nos tornozelos. Levantei-me novamente e passei as mãos pelo corpo, ajeitando o vestido. Prendi o cabelo, para mostrar o meu pescoço e por causa do calor e finalizei com uma maquiagem mais forte: delineado marcante, blush e um batom vermelho intenso.
Quando me olhei no espelho de corpo inteiro, quase não me reconheci. Estava gostosa. Muito gostosa. O tipo de mulher que faz os homens virarem a cabeça. Voltei a sentar na cama e tirei a minha calcinha que já era fina. Sutiá já não usava mesmo.
Que eles olhem bem, pensei. Hoje eu não vou ser a esposa certinha e invisível.
Passei perfume nos pulsos, no pescoço e entre os seios, peguei a bolsa e desci as escadas. Me sentia tão poderosa, tão gostosa, tão eu que, mesmo olhando a cozinha, o sofá que estava me torturando e descontando a raiva no meu corpo, havia superado e querendo dar a volta por cima. Vou virar a porra do jogo, filhos da puta!!
No horário combinado, chamei o Uber black. Assim que entrei no SUV preto bem chique que não sei o nome, o motorista — um homem de uns 35 anos — não conseguiu disfarçar. Seus olhos subiam e desciam pelo retrovisor o tempo todo.
— Me desculpe a indelicadeza… que produção hein — comentou ele, sorrindo. — Vai pra alguma festa?
— Um churrasco — respondi, com um sorriso educado.
— Você tá incrível!! Arrasou!… — murmurou ele, quase para si mesmo.
Durante todo o trajeto ele puxou conversa, elogiando meu perfume, minhas pernas, perguntando se eu era modelo. Ele perguntou se podia tocar uma música e eu deixei. E quando veio o “Physical” de Dua Lipa, me senti poderosa, confiante e forte. Confesso que estava meio que desistindo da ideia de crescer para cima dos dois e ficar só no visual, mas acendeu um fogo dentro de mim.
Quando o Uber parou em frente ao endereço em Pinheiros, vi o carro de Ricardo já estacionado na outra calçada. Haviam muitas pessoas na calçada e na entrada, todos nerdmente vestidos de sapatênis, camisas italianas, calças sofisticadas e de ternos. Quando fui descer do carro, o motorista disse.
— Se quer impressionar o pessoal, me deixa eu te ajudar. Vou abrir a porta com um hetero. — e saiu do carro para abrir a porta para mim.
Ele estendeu a mão para mim com aquele sorriso perfeito, dentes branquinhos brilhando. Segurei sua mão com firmeza e desci do carro devagar, sentindo o ar da noite tocar minhas coxas. Ajeitei a barra do vestido com um gesto lento e elegante, sabendo que todos os olhos estavam sobre mim.
— Obrigada, Mateus. Te ligo pra te contar como foi.
Mateus beijou a minha mão e com a outra ele fechou o punho e
— Brilha, Suely… — sussurrou ele, com a voz rouca. — A noite é toda sua.
E eu senti. Cada passo que dava era como se eu estivesse andando no tapete vermelho. O vestido vinho justo marcava cada curva do meu corpo — cintura fina, quadril empinado, seios firmes no decote profundo. O salto alto fazia minhas pernas parecerem infinitas. Homens paravam no meio da conversa, bocas entreabertas. Mulheres me olhavam com inveja e admiração. Eu sentia o desejo no ar.
Atravessava o salão com a cabeça erguida, rebolando sutilmente, sentindo o tecido do vestido roçar minha pele sensível. O cheiro de carne na brasa, a música alta e o burburinho só aumentavam minha adrenalina. Eu estava linda, poderosa e perigosa.
Meus olhos finalmente os encontraram.
Ricardo estava de pé, com uma rapaz alto, vestido todo de preto, ambos com uma cerveja na mão. Ao lado dele, Sandra, com sua blusinha branca inocente e jeans justo, colada demais nele. A mão dele encostava ora e outra na lombar dela de forma íntima demais.
Quando ele me viu, seu rosto mudou. O sorriso morreu por um segundo. Seus olhos percorreram meu corpo inteiro — do decote até o final das minhas pernas — com pura fome. Eu quase consegui ouvir o pensamento dele: porra… essa é a minha mulher?
Sorri por dentro. Isso mesmo, traidor. Olha bem.
Muitas pessoas me pararam para conversar. Veteranos da empresa chegaram me urubuzando achando que eu era novata, já que nunca participava de eventos e quase ninguém sabia que o Ricardo é o meu marido. Me trouxeram drinks e eu esperei educadamente os pessoal terminar de falar comigo, mas uma delas já devidamente alcoolizada estava me flertando descaradamente, nossos rostos bem próximos, rindo alto. Então um fotógrafo se aproximou:
— Minha Nossa Senhora, que beldades!! Me daria a honra de registrar as as moças mais lindas desta noite?
Eu ri, sensual, e entrei no jogo. Posamos juntas, corpos colados, quadril contra quadril. Os flashes não paravam. Logo vários rapazes — novatos da empresa — se aproximaram, “ajudando” nas poses. Senti peitos firmes roçando nos meus, mãos “acidentais” tocando minha cintura, minha lombar, minha coxa. Meus mamilos endureceram visivelmente contra o tecido fino do vestido. Eu deixei. Queria que vissem. Queria que ele visse o meu farol bem aceso.
Finalmente me afastei da muvuca e comecei a caminhar até eles.
Balançava os quadris com elegância, a bolsa pequena balançando no pulso, o rabo de cavalo passeando para os lados. Cada passo era uma declaração. Eu me sentia uma deusa. Desejada. Intocável. E ao mesmo tempo, completamente no controle.

Ricardo não tirava os olhos de mim. Sandra também me encarava, tentando manter o sorriso doce de sempre, mas eu vi o leve desconforto no rosto dela — uma mistura de surpresa e irritação por eu ter roubado toda a atenção da noite.
Eu parei bem na frente dos dois, com um drink bem forte na minha mão e já tontinha, deixando que eles me admirassem de cima a baixo. Levantei o queixo e olhei Ricardo diretamente nos olhos, com um sorriso lento e perigoso, como quem diz:
“você pode até comer minha irmã… mas hoje, quem manda aqui sou eu.”
— Oi gente…ufa, finalmente consegui atravessar o salão. — falei com a voz baixa e macia, me aproximando e dando um beijo lento e possessivo na boca dele.
Deixei minha mão deslizar pelo peito dele por um segundo a mais do que o necessário.
— Oi querido, senti sua falta.
Ricardo engoliu em seco, visivelmente afetado. Sua mão desceu imediatamente para minha cintura, apertando com força, quase como se quisesse me marcar ali na frente de todo mundo.
— Suely… — murmurou ele contra meus lábios, a voz rouca. — Você está... absurdamente linda? Vamos tirar uma foto....ô Rafa, tira uma foto aqui rpa gente?

Sorri contra a boca dele, mordendo de leve seu lábio dele inferior antes de me afastar.
— Só quis ficar à altura da ocasião — respondi, virando-me para Sandra com um sorriso perfeito. — Oi Sandra, chegaram faz tempo? — desconversei.
— Deixa eu te apresentar. Esse é o Rafael, o novato que vai trabalhar no meu time.— Oi Rafael, prazer. Suely— Prazer é todo meu. Encantadora. — me encarou por 1 segundo.
Sandra me mediu de cima a baixo novamente, tentando disfarçar.
— Acho que não faz nem meia hora, né Ricardo? Nossa você tá linda demais, mana. Esse vestido… tá chamando atenção de todo mundo, hein? — disse ela, com um tom levemente ácido por baixo da doçura. — Os novatos da empresa estão todos babando em você.
Eu sorri fechando os olhos.
— Bobagem, impressão sua — respondi calmamente, passando a mão pela lateral do meu corpo, descendo até o quadril.
Ricardo ainda estava me encarando como se quisesse me jogar em cima da mesa mais próxima. Eu sentia o pau dele semi-duro roçando na minha coxa quando ele me puxou para mais perto, fingindo um abraço carinhoso.
Sandra viu a reação, não aguentou ficar ali por muito tempo.
— Gente, acho que vou dar uma volta — disse ela, com um sorrisinho torto. — Vou deixar os pombinhos à vontade.
— Peraí, Sandra. pô…. deixa eu ir atrás, porque ela não conhece ninguém aqui.
“Sim, vai atrás para garantir a foda matinal de amanhã.” E olha que pachorra dele. Corre atrás da cunhada e larga a esposa com…..huummmm……
Comecei a conversar com o Rafael que já foi pegar cerveja para nós. 2 minutos de conversa fiada e ele tinha um olhar penetrante, querendo me penetrar.
— Então Rafael, tem alguém na sua vida?
— Não tenho Suely. Ainda.
— Eu e o Ricardo, temos um relacionamento bem aberto. Tanto que ele tá comendo a minha irmã. Por isso ele foi atrás dela agora.
— Ah tá, eu estranhei o modo que os dois estava se portando, daí chegou você e e pensei "Ele tá traindo ou pegando as duas." Aí ele sai assim e….deixou uma esposa tão linda para trás.
— Você não entendeu? Essa foi a deixa.
E sumimos para o matagal atrás da propriedade. Mesmo achando uma loucura e morrendo de vergonha, mas como o Mateus me disse no Uber “Que não saia hoje sem quicar numa rola bem gostosa” e estou disposta a cumprir.
Rafael não perdeu tempo. Assim que entramos no meio do matagal, ele me prensou contra o corpo dele. Todo de preto — camisa social justa, calça escura —, cheirando a perfume caro e homem, ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou com fome.

O beijo foi bruto, molhado, sem delicadeza. A língua dele invadiu minha boca enquanto ele sugava meus lábios, tirando todo o meu batom vermelho. Mordiscou meu lábio inferior, depois desceu pro pescoço, chupando e mordendo com vontade, marcando a pele.
— Que boca gostosa, Suely… que pele macia, Ricardo um cara de sorte — rosnou no meu ouvido.
“Era”
Suas mãos grandes apertaram meus peitos por cima do vestido, apertando com força, quase rude. Eu gemi baixinho, arqueando as costas, empinando os seios pra ele. Ele desceu uma das mãos pela minha cintura, subiu o vestido devagar e, quando seus dedos passaram pela minha barriga lisinha e desceram mais um pouco… parou.
— Caralho… — murmurou, surpreso. — Você tá sem calcinha, sua safadinha?
Eu sorri maliciosa, mordendo o lábio.
— Hoje eu vim preparada pra tomar dedada. E que bom que é você, Rafa…Vem, faz carinho em mim, que estou quentinha…vem — lambi a orelha dele com a ponta da língua.
Foi como se eu tivesse ligado um interruptor. Rafael soltou um gemido rouco e enfiou dois dedos grossos direto na minha buceta molhada. Eu já estava encharcada. Ele começou a me dedar com força, rápido, curvando os dedos lá dentro enquanto a palma da mão batia no meu clitóris.
— Ain, que delícia… — gemi bem no ouvido dele, minha voz manhosa e cheia de tesão. — minha buceta tá batendo palminha pra você… isso… mais fundo, Rafael… me fode com esses dedos.
Ele acelerou, metendo os dedos com vontade, fazendo um barulho molhado ecoar baixinho no matagal. Eu estava enlouquecendo ele.
— Olha como eu tô molhada pra você… tá sentindo? Essa buceta tá piscando no seu dedo… quero mais… quero seu pau me rasgando depois….. Mas não aqui
Rafael respirava pesado, quase ofegante, o pau dele duro pra caralho roçando na minha coxa por cima da calça.
— Você tá muito safada mesmo, hein? — ele grunhiu, mordendo minha orelha.
Foi nesse momento que eu vi, de relance, entre as folhas. Ricardo estava parado a uns 10 metros, meio escondido atrás de uma árvore, nos observando. O rosto dele era uma mistura de choque, raiva e excitação. Nossos olhares se cruzaram por um segundo.
Eu fingi que não vi.
Em vez disso, inclinei a cabeça para trás, abri mais as pernas e soltei um gemido o suficiente para ele escutar, bem gostoso, rebolando na mão do Rafael.
— Ai, que delícia… assim… vai, me deda gostoso… tô quase gozando na sua mão, caralho…
Fiz cara de puta em êxtase: boca entreaberta, olhos semicerrados, língua passando nos lábios. Gemi mais alto, deliberadamente, sabendo que Ricardo estava ouvindo tudo.
— Me fode com esses dedos… me faz…— e eu mesma interrompi a minha fala
Meu corpo subiu uns dez centímetros, como se eu estivesse levitando. Minhas pernas tremeram violentamente. Olhei pra baixo, chocada e completamente excitada: o punho grosso e forte do Rafael estava enterrado até o pulso dentro de mim. Minha buceta esticada ao máximo, inchada, brilhando de tesão.
— Q-U-E D-E-L-I-C-I-A!!! — soltei, quase gritando.
Era meu primeiro fisting. Ao ar livre. No meio do mato. Com um desconhecido. Enquanto meu marido assistia escondido.
Rafael começou a mover o punho devagar, girando, empurrando e puxando. A sensação era insana — uma mistura de pressão absurda, prazer avassalador e uma dorzinha gostosa que me fazia revirar os olhos.
— Tá sentindo o meu punho, Suely... relaxa essa buceta gulosa — ele rosnava, mordendo meu pescoço.
Eu estava completamente fora de mim. Me curvei e comecei a rebolar devagar no punho dele, gemendo, sem nenhuma vergonha:
— Ai meu Deus... tá me abrindo toda... continua, Rafael... fode minha buceta com o punho... isso... me arromba…
Ricardo já havia sumido e gozei forte com o braço dele fincado em mim.Rafael sorriu satisfeito ao ver meu corpo convulsionando no punho dele. Meu gozo escorria forte, melando todo o antebraço dele até o cotovelo. Eu tremia inteira, as pernas mal me sustentando.
— Não abre a mão ainda... — pedi, com a voz rouca de tesão.
Assim que ele tirou o punho devagar, com aquele som molhado e obsceno, eu segurei o braço dele com as duas mãos e comecei a lamber. Passei a língua bem devagar, desde o pulso até quase o cotovelo, saboreando meu próprio gozo com gosto de puta safada. Mantive o olhar fixo no dele o tempo todo, lambendo cada dedo, chupando um por um como se fossem pequenas rolas.
— Caralho, Suely... você é uma mulher incrível — murmurou ele, impressionado.
— Deixa um pouco pra mim — ele disse, abrindo a mão.
Rafael enfiou dois dedos na boca e chupou meu molho com vontade, lambendo entre os dedos enquanto me olhava com fome. A cena era suja, depravada e absurdamente excitante.
Ajeitei o vestido, sentindo minha buceta latejando, aberta e encharcada. Meu gozo escorria quente pela parte interna das coxas. Não limpei nada. Queria sentir aquilo pingando enquanto dançávamos.
Saímos do matagal abraçados, como se nada tivesse acontecido. Quando chegamos na pista de dança, a música estava alta e a luz baixa. Rafael me puxou pela cintura e colou meu corpo no dele. Começamos a dançar bem coladinhos, rebolando devagar.
Eu sentia seu pau ainda duro roçando na minha barriga. Cada movimento fazia mais do meu gozo escorrer pela coxa. Eu sabia que estava molhando a calça dele, mas não ligava. Pelo contrário, isso me deixava ainda mais safada.
— Você tá toda melada ainda... — ele sussurrou no meu ouvido, apertando minha bunda com as duas mãos.
— E vai ficar mais — respondi, mordendo o lóbulo da orelha dele. — Porque eu ainda vai me comer.
Rafael não pensou duas vezes. Assim que chegamos no canto escuro ao lado do palco, atrás da torre de caixas de som que vibravam com a batida grave, ele me prensou contra a parede com o corpo todo.
Eu levantei a saia até a cintura, empinando a bunda bem pra ele, completamente exposta. Minha buceta ainda estava inchada do fisting, brilhando e escorrendo gozo pela coxa.
— Me come, rápido!! — implorei, olhando pra trás com cara de puta desesperada.
Rafael abriu o zíper da calça com pressa, tirou aquele pau grosso e pesado que eu ainda não tinha visto direito e, sem camisinha, sem carinho, encostou a cabeça grossa na minha entrada encharcada.
— Toma, gostosa — rosnou no meu ouvido.
E meteu tudo de uma vez.
— Aaaahhh porra!!! — gemi alto, mordendo o próprio braço pra abafar o grito.
Ele era bem grosso. Depois do punho, minha buceta estava mais aberta, mas ainda sentia ele me abrindo inteira. Rafael segurou meus quadris com força e começou a me foder com estocadas rápidas, profundas e brutas. O barulho molhado dos nossos corpos batendo ficava abafado pela música alta.
— Caralho, Suely... que buceta quente e molhada... tá piscando no meu pau — ele grunhia, metendo cada vez mais forte.
Eu rebolava pra trás, empinando mais, pedindo tudo:
— Isso... me fode gostoso... mete fundo..., que rola grossa...
Ele segurou meu cabelo com uma mão, puxando minha cabeça pra trás enquanto acelerava as estocadas. Com a outra mão, deu um tapa forte na minha bunda, depois outro. O som ecoou.
— Mais forte, Rafael... me arromba...
Rafael aumentou o ritmo, me fodendo como um animal. Meu corpo batia contra a parede a cada estocada. Eu sentia as bolas dele batendo na minha buceta, meu gozo escorrendo todo pra baixo.
— Tô quase gozando... — ele avisou, a voz rouca.
— Goza dentro... me enche... quero sair daqui pingando seu leitinho — respondi, rebolando mais gostoso.
Com um gemido gutural, Rafael enterrou o pau até o fundo e gozou. Senti jatos quentes e grossos explodindo bem no fundo da minha buceta. Ele ficou ali, pulsando, esvaziando tudo dentro de mim enquanto eu tremia de prazer.
Quando ele tirou o pau, um fio grosso de porra escorreu imediatamente pela minha coxa, misturando com meu próprio gozo.
Ajeitei a saia rapidamente, ainda sentindo latejar. Rafael me deu um beijo bruto, mordeu meu lábio e sussurrou:
— Você não existe. — e ficou arfando
Apertei a cabeça do pau dele com força,e escorregando da minha mão
— Claro que existo. Tá sentindo?
E seguimos a noite dançando e ele toda a hora me bolinando, dedando, encoxando.

Quando saímos, não vi o carro do Ricardo. Então Rafael me guiou até o carro dele e como um gentleman abriu a porta da SUV dele e me acomodou no assento do passageiro, e já começou a me beijar ferozmente, línguas entrelaçando e apertando o meu peito por cima do vestido.
Antes de sair do estacionamento, ele baixou a calça e a cueca e ficou alisando o pau dele que ficou melado rapidinho.
Rafael, tirou o meu cinto e me carregou como se eu não pesasse nada, me posicionando sobre o colo dele no banco do carro. A saia levantada, sem calcinha e com as pernas fechadas, eu sentia a cabeça grossa e melada do pau dele pressionando em mim. Ele segurou firme na minha cintura e desceu meu corpo devagar.
Quando a cabeça entrou, eu vi estrelas.
— MEU DEUS!! Me desculpe!! Buraco errado!!! Peraí um pouco, não se mexe! — gritei, o corpo inteiro tensionado.
— NÃO!! Deixa assim... — ele respondeu com a voz rouca, quase um rosnado. — Já aguentei dores piores…… Me deixe aqui um pouco, até me acostumar.
Rafael parou imediatamente, mas não saiu. Ficou bem quietinho, respirando pesado contra o meu pescoço, as mãos grandes apertando minha cintura com força.
— …ai que dor…..consigo sentir o seu pulso no meu rabo……ai…..
— Nossa, Suely... tá bem apertado... — murmurou ele, a voz grossa de tesão. — Tá me esmagando... tão quente e fechadinho... tira a força, Suely, vai...pra não doer.
Rafael ficou beijando meu pescoço bem devagar, lambendo a pele, enquanto suas mãos subiam por baixo do vestido e apertavam meus peitos com vontade.
— Isso... respira... tá indo tão bem... — ele sussurrou no meu ouvido, a voz rouca e intensa. — Seu cuzinho tá pulsando em volta de mim... que delícia... nunca senti algo tão apertado assim.
Depois de uns segundos, eu comecei a descer um pouquinho mais, sentindo ele entrar mais fundo. Soltei um gemido longo, quase um soluço.
— Ai... tá tão grosso... tá me abrindo toda...
— Isso, desce devagar... deixa ele entrar mais... — Rafael grunhiu, segurando meus quadris com firmeza, mas sem forçar. — Porra... você é incrível... isso vai tirando força, daí vai cedendo.
Eu rebolei bem devagar, sentindo centímetro por centímetro dele me invadindo. A dor foi aos poucos virando um prazer pesado, profundo, que me fazia tremer inteira.
Rafael encostou a testa nas minhas costas, a respiração quente e ofegante:
— Tá quase todo dentro... caralho, que bunda maravilhosa... Quando finalmente sentei completamente no colo dele, com o pau inteiro enterrado no meu cu virgem, soltei um gemido alto, tremendo sem parar.
Rafael gemeu junto, apertando meus peitos com mais força:
— Isso... agora estou todo dentro de você... que delícia sentir você pulsando assim... quer que eu comece a mexer devagar?
— Não, quero te sentir todinho dentro de mim. Me beija.
Rafael não hesitou. Segurou meu queixo com uma mão, virou meu rosto para o lado e me deu um beijo profundo, molhado e possessivo. A língua dele invadiu minha boca com fome enquanto ele permanecia completamente enterrado no meu cu, latejando forte lá dentro.
O beijo foi intenso, quase bruto. Ele chupava minha língua, mordia meu lábio inferior e gemia contra minha boca, como se estivesse se segurando para não gozar ali mesmo.
Ele começou a mexer devagar, bem devagar, apenas rebolando os quadris por baixo de mim. Pequenos movimentos circulares que faziam o pau dele girar lá no fundo, me abrindo e me preenchendo completamente.
Eu gemia dentro da boca dele, tremendo inteira. A sensação era avassaladora — dor, prazer, pressão e uma plenitude que eu nunca tinha sentido.
— Isso... sente ele todo dentro de você... — ele sussurrou, mordendo meu pescoço. — Tá pulsando pra mim... que delícia... você tá tomando cada centímetro tão gostoso...
Rafael aumentou um pouco o ritmo, subindo o quadril com mais força agora, metendo mais fundo a cada estocada. Suas mãos apertavam meus peitos com desejo, beliscando os bicos enquanto ele me comia o cu com vontade crescente.
— Nossa, como você tá gulosa... tá me apertando tanto... — grunhiu ele, acelerando as investidas. — Você quer assim? Quer sentir meu pau bem fundo no seu cuzinho virgem?
Eu só conseguia gemer e rebolar no colo dele, completamente entregue. Meu corpo subia e descia, sentindo as bolas dele batendo contra mim. Cada estocada fazia um prazer profundo subir pela minha espinha.
Rafael segurou minha cintura com as duas mãos e me estabilizou no ar e começou a me foder com mais intensidade, subindo e descendo o quadril dele. O carro inteiro balançava levemente.
— AI QUE DELÍCIA!!! FODE O MEU CU, POR FAVOR……AI…….AI……AHHHHH, ASSIM……QUERO GOZAR….. — eu gemia descontrolada, quase gritando.
Ele me beijou com selvageria, engolindo meus gemidos enquanto metia cada vez mais rápido e fundo. O som molhado dos nossos corpos ecoava dentro do carro.
Rafael perdeu completamente o controle. Segurou meus quadris com mais força e começou a me foder com estocadas curtas e violentas, enterrando o pau até o talo toda vez. Meu corpo tremia inteiro, o prazer misturado com a ardência me deixando à beira do limite.
— Vou gozar... — ele avisou, a respiração pesada e entrecortada. — Vou gozar bem fundo no seu cu...
Com um gemido gutural longo, Rafael me puxou com força para baixo e explodiu. Senti jatos quentes e grossos invadindo meu interior, enchendo meu cu virgem com porra quente. Ele pulsava forte lá dentro, esvaziando tudo enquanto me mantinha sentada completamente no colo dele.
Eu tremi violentamente no orgasmo dele, rebolando devagar enquanto sentia cada jato. Meu próprio prazer subiu e gozei junto, apertando o pau dele com o cu, gemendo alto contra o pescoço dele.
Ficamos assim por quase um minuto, ofegantes, suados, colados. O pau dele ainda pulsando fracamente dentro de mim, meu cu completamente melado e cheio.
Rafael beijou meu ombro e murmurou rouco:
— Suely... você foi perfeita!! Minha Nossa Senhora!! Que incrível você é.
“E pensar que tem um corno em casa que não soube aproveitar. Que ele coma a puta da minha irmã.”
Rafael me deu um último beijo demorado no carro, apertou minha bunda por cima do vestido e sussurrou no meu ouvido:
— Foi uma das melhores noites da minha vida. Seu cu e sua buceta são viciantes.
Desci do carro ainda sentindo as pernas fracas. Meu cu latejava, melado com a porra dele que ainda escorria devagar pela minha coxa. Ajeitei o vestido como pude e entrei em casa.
Assim que acendi a luz da sala, levei um susto.
Ricardo estava sentado no sofá, no escuro, me esperando. Só a luz da rua entrando pela janela iluminava metade do rosto dele. Eram 2h30 da manhã.
Ele não disse nada no começo. Apenas me olhou de cima a baixo. O cabelo bagunçado, a camisa amassada, o olhar cansado mas carregado de algo que eu não conseguia identificar direito — raiva, excitação, humilhação.
Fiquei parada na entrada da sala encarando ele, ainda com o cheiro de Rafael no corpo, o batom borrado, as marcas no pescoço e a porra dele vazando de mim.
— Boa noite, amor — falei, com a voz calma, quase desafiadora.
Ricardo respirou fundo, apertando as mãos no colo.
— 2h30 da manhã, Suely. — A voz dele saiu rouca. —
Eu sorri de canto, joguei o salto da minha mão no chão, me sentei na poltrona ao lado dele, abrindo as pernas devagar. O vestido subiu o suficiente para que ele visse claramente a bagunça entre minhas coxas.
— Sabe o que é isso? — perguntei, enfiando dois dedos na minha virilha.
Coletei o líquido grosso que ainda escorria da minha buceta e do cu, misturando meu mel com a porra branca e viscosa do Rafael. Levantei a mão e mostrei pra ele, os dedos brilhando.
— É o meu mel fresquinho misturado com porra bem quente do Rafael. Dei o cu pra ele hoje, se você quer saber. Ele gozou lá dentro, bem fundo. Foi a primeira vez que deixei alguém foder o meu cu… e não foi você.
Ricardo ficou branco. A boca entreaberta, sem conseguir falar nada.
Eu continuei, a voz calma mas cheia de veneno:
— Mas que bom, que de cu não sente falta, né? Come o da minha irmã toda manhã enquanto vou correr, né? Que bom. Eu também resolvi aproveitar hoje.
Ricardo continuava com a cara de bosta.
— O que foi, amor? Tá chocado? Achou que eu era burra? Eu sei de tudo, Ricardo. Sei que você come a Sandra há dias. Sei que vocês dois me traem desde que ela chegou em casa.
Ricardo empalideceu ainda mais. Tentou gaguejar algo, mas eu levantei a mão, interrompendo.
— Cala a boca, Corno!! Hoje eu resolvi parar de fingir, de parar de chorar, de ser tratada como trouxa. Enquanto você tava comendo minha irmã, eu tava no matagal deixando o Rafael enfiar o punho inteiro na minha buceta. Depois, no carro, eu sentei no pau dele e dei meu cu virgem. Ele me fodeu gostoso pra caralho, me encheu de porra e antes de virar a esquina de casa, ele encostou o carro, enfiou o pau na minha buceta. O que era tudo seu, o outro degustou todinho.
Fechei os olhos, respirei fundo e me levantei.
— Bom, vou me deitar. Nem vou tomar banho, porque quero sentir aquele homem que me fodeu por 3 horas em tudo que buraco, sentir o cheiro e a porra dele ainda dentro de mim. Você pode dormir no quarto da putinha minha irmã.
Ricardo respirou fundo
— Ela pegou as coisas e mandei embora. Ela tava aos beijos com um carinha na festa.
Eu comecei a gargalhar chegando na escada
— Nossa, duplamente corno na mesma noite. Que patético!! Bom você dorme lá no quarto de hóspede que vou chamar de “puteiro”, ou aqui na sala, ou qualquer lugar que não seja comigo. Porque vou bater uma siririca em homenagem ao Rafael, que homem gostoso.
— Assim, eu dei a volta por cima, Minaho — falei, com a voz firme, quase orgulhosa.
Dra. Minaho mantinha a postura profissional, pernas cruzadas, caneta na mão, mas seus olhos entregavam tudo. Havia um brilho ali, uma vibração contida, como toda mulher que já foi otária um dia e, no fundo, torce pra outra finalmente virar o jogo.
Ela inclinou levemente a cabeça e perguntou, com tom neutro:
— E como você se sentiu ao confrontá-lo daquela forma, Suely? Mostrando o sêmen dele escorrendo de você… jogando na cara dele tudo que sabia sobre a traição com a Sandra?
Eu sorri, recostando no sofá da terapia.
— Olha, sempre fui a certinha, a mais cobrada entre as filhas. Casei no tempo que meus pais queriam, tenho uma boa carreira, cuido do meu corpo, da saúde e gentil com as pessoas. para depois de tudo me tratar como uma idiota? Não senhora. Me senti poderosa, doutora. Pela primeira vez em anos eu não era a “deixada para trás”. Eu vi o rosto dele ficar branco, depois vermelho de ódio.Minaho, se ajeita na poltrona
— E agora? O que vai fazer?
Eu sorri, recostando melhor no sofá, sentindo um prazer quase perverso ao relembrar tudo.
— E agora? — repeti a pergunta da Dra. Minaho, olhando diretamente nos olhos dela. — Agora eu vou viver, Minaho. Sem culpa. Sem essa merda de “casamento perfeito” que só existia na minha cabeça…Larguei ele e estou num hotel. Não preciso de homem nenhum para me sustentar.
Olhei para o relógio
— Já tomei o seu tempo além do horário, me desculpe Dra. Vou jantar na casa do Rafael. Consegui um emprego para ele e vamos comemorar. Mas pensando bem ele disse que não sabe cozinhar.
Dra. Minaho sorriu
— Acho que você será o jantar dele.
Eu abri um sorrisão
— Então precio ir agora!! Tenho que me temperar bastante e me deixar deliciosa pra ele. Beijos!! Até semana que vem.

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