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Meu prelúdio com Café



Me sentei no meu divã e comecei a contar para a Laura, que é uma amiga e terapeuta, mas só fica ouvindo que tenho a falar, porque ela gosta de ouvir os absurdos que eu conto. E o que vou contar é sobre uma manhã gostosinha que enquanto eu tomava um café, meu namorado ficou me provocando. E eu que não podia perder o meu trem bala para Kyoto, ao invés de convencer que não tinha tempo, fui fazer uma coisa que qualquer um ficaria de pau duro. Ai, que delícia… O relógio marcava 5:30 da manhã em Tóquio. Eu, Minaho Mizuki, já estava de pé, corpo ainda quente do sono, vestindo um terno preto justo que abraçava cada curva: cintura fina, pernas longas, seios fartos mal contidos pela blusa de cetim branca. O decote sutil mostrava o suficiente pra deixar qualquer um louco.


Moí os grãos de café etíope na moedora manual, o aroma floral e cítrico invadindo o quarto. Passei o espresso na Gaggia compacta — crema perfeita, primeiro gole amargo e doce explodindo na língua. Saí pro terraço do 45º andar do The Tokyo EDITION, sol nascendo pintando tudo de laranja e rosa. A brisa fria arrepiou minha pele, endurecendo os mamilos sob o tecido fino.


Hayato apareceu na porta, olhos semicerrados, short cinza folgado marcando o pau semi-duro sem cueca. Alto, músculos definidos, cheiro de sono e macho que me deixa tonta. Deu um tapa leve na minha bunda, o estalo ecoando no ar fresco.


— Minaho… que horas são? Parece que o sol tá me atacando — murmurou ele, a voz rouca e baixa.


Hayato se jogou no sofá externo branco, esticando as pernas longas e abrindo-as ligeiramente, o short subindo um pouco e revelando mais das coxas musculosas. Seus pés descalços tocaram o piso fresco, e ele se espreguiçou, os músculos do peito e abdômen flexionando de forma natural, os mamilos escuros endurecendo com a brisa.


— Vem cá, senta do meu lado. O sol tá bom demais pra ficar de pé.

— Quer café?

— Eu passo o meu depois. Não consigo nem pensar em fazer algo agora. Vem aqui, meu bebê — falou todo dengoso.


Sentei-me ao lado dele, cruzando as pernas e tomando outro gole do café. O aroma do espresso ainda pairava no ar, misturando-se agora ao cheiro dele — aquele musk natural masculino, fresco do sono, com um toque de sabonete de limão da noite anterior.


Começamos a conversar sobre assuntos aleatórios: o trânsito insano de Tóquio que rivalizava com o de Toronto, a turbulência que ele passou e pousou o Boeing 777 dando drift antes de tocar o solo, os planos para o jantar em Kyoto — talvez kaiseki em um ryokan tradicional. Ríamos alto de uma piada boba sobre como os trem-balas japoneses faziam os metrôs paulistas parecerem carroças, e eu sentia meu corpo relaxar, o sol aquecendo minha pele através da blusa de cetim.


Entre um riso e outro, eu olhava para o relógio — 5:55 agora. O trem saía às 7:15, e eu precisava de tempo para o check-out e o táxi até a estação.


— Hayato, eu tenho que me apressar. Kyoto me espera com aquela reunião chata.


Ele acenou com a mão, preguiçoso, mas seus olhos escuros fixaram-se em mim com um brilho malicioso.


— Relaxa, amor. Lembra daquela vez em Toronto? No bar do hotel, aquele rooftop no Aura?


O barman não tirava os olhos do teu decote.

Senti um rubor subir pelo pescoço, minha pele clara corando levemente.


— Hayato, para com isso. Foi só uma conversa.

— Conversa? Ele te encurralou com perguntas deliciosas. “O que uma mulher linda como você faz em Toronto? Sozinha? Ou com companhia?” — E o tempo todo, os olhos dele descendo pro teu colo, como se quisesse mergulhar ali. — Hayato riu, mas sua voz baixou um tom, tornando-se mais rouca. — Eu vi tudo de longe, e juro, aquilo me deixou louco. De ciúmes e de tesão.


Tentei mudar o assunto, tímida, cruzando os braços sobre o peito como se para proteger o decote da blusa branca, que agora, sob o sol, deixava transparecer o contorno sutil do sutiã de renda.


— Foi só flerte bobo. Vamos falar da viagem, Hayato. O que você vai fazer enquanto eu estiver em Kyoto? Você vai para lá quando? Hoje à noite ou amanhã?

— Ainda preciso ver a escala. Mas estou de sobreaviso.

— Ah, não tá na reserva? Então vai poder ficar aqui, né?


Ele voltou ao assunto, inclinando-se para perto, o cheiro dele invadindo minhas narinas — suor limpo, sândalo residual, e algo mais primal que fazia meu pulso acelerar.


— Não, sério. Ele perguntou se você gostava de drinks fortes ou suaves, e você respondeu “depende da companhia”, com aquele sorriso teu. Eu quis te arrastar pro quarto na hora. HAHAHA.


Senti um calor se espalhar pelo corpo, constrangida mas excitada. Meus mamilos endureceram novamente sob o cetim, roçando o tecido de forma deliciosa, e entre as pernas, um formigamento úmido começou a se formar.


— Pááára, Hayato. Eu já tô toda arrumada e não tenho tempo para isso.


Ele sorriu, abrindo mais as pernas no sofá, o short cinza agora evidenciando o volume crescente do pênis, o tecido esticando levemente sobre a ereção nascente.


— Já sei o que vou fazer enquanto você estiver indo para Kyoto. Vou ficar batendo uma punheta bem devagar para todo mundo em volta ficar olhando. Já que você não quer continuar o assunto.

— Para!!

— Admita, você gostou da atenção do barman no teu decote. Aqueles seios teus… perfeitos, fartos, sempre chamando olhares.


Corei mais, tentando rir para disfarçar, mas o desejo crescia. O aroma do café ainda no ar misturava-se ao dele, criando uma sinfonia olfativa que me inebriava.


— Olha, tá bom, foi divertido. Mas agora, sério, preciso ir, tá?


Hayato pegou minha mão, puxando-me para perto.


— Vem cá. Deixa eu ver os seus peitos, por favor…


Perdi a paciência, mas estava me rendendo a ele. O constrangimento dava lugar a uma excitação pulsante.


Homens são como crianças. É mais rápido fazer o que eles querem do que ficar horas tentando convencer que não pode. Levantei-me devagar, deixei a caneca na mesa e tirei o blazer preto, pendurando-o na cadeira ao lado. Senti meus seios balançarem levemente sob a blusa de cetim e caminhei até ele, parando entre suas pernas abertas. O short cinza agora tensionado pelo pênis semi-ereto, o contorno visível como uma promessa.


Com dedos trêmulos mas decididos, comecei a desabotoar a blusa cor de gelo, botão por botão, revelando a pele clara do colo, o vale entre os seios, e o sutiã de renda preta que os continha num striptease delicioso. Não tirei a blusa, mas deixei aberta como asas de borboleta. Desabotoei o sutiã pela frente, e ele caiu para trás, liberando meus 90 centímetros de circunferência, firmes e arredondados, mamilos rosados endurecidos como pedras preciosas, apontando para o ar matinal.


Hayato sorriu, os olhos escuros me tratando como sua escrava sexual — um olhar de posse, desejo cru, que me fazia sentir exposta e desejada.


— Isso, amor. Mostra pra mim.


Ajoelhei-me entre suas pernas, o piso de madeira fresco contra meus joelhos, e puxei o short cinza para baixo, libertando o pênis dele. Grosso, veias pulsantes ao longo dos 15 centímetros de comprimento, a cabeça rosada brilhando com uma gota inicial de pré-gozo transparente. O cheiro subiu imediatamente — de queijo fresco, salgado, com um toque de suor matinal, misturado ao aroma residual do sabonete.


Inclinei-me com a boca se aproximando e comecei a chupar. Primeiro, lambidas lentas na cabeça, o sabor leve salgado se espalhando na minha língua como um elixir proibido. Desci para a base, sentindo os pêlos curtos e pretos roçarem minha língua, e cheguei nas bolas, sugando uma de cada vez, o saco macio e quente contra meus lábios. Vi o cuzinho peludo dele, e só de encostar meu queixo o buraco contraiu de susto. Deixei o pênis roçar na minha bochecha, no nariz, inalando o cheiro intenso de excitação masculina — um aroma terroso, salino, com notas de almíscar que me fazia salivar.


Chupei de todos os jeitos: profundo, engolindo até a garganta quase ter ânsia, sentindo a veia pulsar contra minha língua; superficial, focando na cabeça com sucções rápidas; lateral, lambendo o comprimento como um sorvete derretendo. Seu suquinho escorria agora viscoso e quente, com sabor levemente amargo e doce, como mel salgado. Hayato gemia baixo, os olhos fixos em mim, me chamando de “minha cadela perfeita” sem palavras, só com o olhar.


Então, endireitei a coluna, segurei meus seios e encaixei aquele pau no meio deles. Ai que delícia fazer espanhola. Nenhum homem resiste. Comecei lento, a fricção da pele macia contra a rigidez dele, lubrificando aos poucos. Minha visão era incrível: pele branca com uma minúscula penugem e de repente surgia um cogumelo roxo e molhado dando oi. Depois afundava nos meus peitos e reaparecia, como uma morsa. Fui acelerando, sentindo o calor dele irradiar para minha pele.


Hayato se segurou por dois minutos, os músculos tensos, mas então jorrou — sêmen quente, grosso na cor de palha clara, jatos potentes subindo, quase acertando meu rosto (nem pensar em sujar meu rosto ou cabelo!). Mas as gotas pesadas caíram principalmente nos meus seios, escorrendo pelos vales e mamilos. O aroma era intenso: cloro de piscina jorrado na terra fértil, preenchendo o ar do terraço.


Adoro me ver com os seios cheios de porra. Espalhei todo o sêmen nos meus melões, sentindo a viscosidade esticando entre os dedos, até ficarem brilhantes como se fossem de plástico. Massageei até o grosso do leite secar, ficando uma textura de adesivo, enquanto apertava meus mamilos e dava um longo suspiro, me convencendo de que não tinha mais tempo para sentar naquela delícia de rola.


Olhei o relógio — 6:12. Botei o sutiã de volta, abotoei a blusa, sentindo o cetim umedecendo e ficando escuro em pontos, colando na pele lubrificada.


— Você vai assim mesmo, toda molhada?

— Ele seca rápido.

— O cheiro não vai te incomodar?

— Na verdade eu amo isso. Assim você vai comigo: sinto o seu cheiro durante a reunião e o almoço, te esperando hoje à noite para você me comer.


Vesti o blazer, me agachei para dar um beijinho em Hayato, que tentou me puxar para montar nele.


— Posso meter isso em você agora — falou no meu ouvido entre meus cabelos.

— Não, amor, eu preciso ir.


Ele gemeu frustrado, mas deixei ele lá, de pernas abertas, pau para fora pulsando levemente, sêmen seco na barriga e na base. Percebi algumas janelas com olhares — cortinas tremendo, silhuetas espiando que com certeza estavam dando uma deliciosa punheta ou siririca matinal. Eu mesma precisava, mas tinha que correr feito louca.


Saí voando pelo lobby, táxi, Tokyo Station. Três minutos para chegar e eu na plataforma 23, entrando no vagão 9, no Green Car do Nozomi para Kyoto. O vagão estava vazio pelo horário, uns gatos pingados — ninguém ao lado, atrás ou na frente.


Sentei-me na poltrona e reclinei, com alívio de ter dado tempo. Mandei mensagem para Hayato avisando que deu tempo, e o safado me respondeu mandando foto dele ainda no sofá externo, com o pau em primeiro plano. Com certeza deve ter batido uma ali mesmo com muita gente olhando. Adorei e fiquei molhada, ainda mais com o cheiro dele subindo do colo: porra seca, um missô leve, um fermentado, misturado ao meu suor da corrida e ao meu perfume. Ele estava comigo, literalmente no meu corpo.

Mas eu precisava me aliviar.


Cobri o colo com o blazer e desabotoei a calça, descendo-a devagar. Minha mão direita desceu pela calcinha de renda encharcada e gelada. Meus dedos encontraram o clitóris inchado e sensível, molhado de excitação residual. Comecei a esfregar em círculos lentos, pressionando com o polegar, depois mais rápidos, o indicador mergulhando nos lábios vaginais escorregadios. O trem-bala solavancava eroticamente suave, cada vibração ritmada como uma penetração fantasma, intensificando o prazer. Fechei os olhos enquanto enfiava três dedos em mim, lembrando do pau dele na minha boca, do sêmen jorrando nos meus seios, o cheiro impregnado na pele.


Tem muita gente que não gosta e eu respeito. Gente que carrega fotos, vídeos na rede social, mas o que gosto mesmo é de sentir o cheiro de quem a gente ama. E isso é o melhor aroma que podemos ter. Pelo cheiro, dá para saber como está a saúde de cada um. Hayato bebe ou fuma demais, o que deixa o aroma mais metálico. Meu sobrinho come bastante frutas, o que deixa com mais dulçor.


Gozei forte como se mijasse. Acho que preciso ir ao banheiro. Fui lá e vi pelo espelho: clitóris latejando, vagina contraindo em ondas, um líquido quente escorrendo pela coxa interna, que tremia levemente. Me limpei e chequei toda a roupa. Como não estavam nos planos que eu ia gozar, me vesti hoje de preto.


Kyoto se aproximava, mas eu estava no meu assento, blazer no colo, minha mão dentro da calça fazendo carinho bem de leve até tudo desinchar e secar.

O dia mal começara, mas já era perfeito — o de hoje tá pago.

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