Se formando um homem
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Boa noite Laura, você não sabe o que fiz. Contei para ela no ouvido e ficou de boca tão aberta que cabia a minha mão. Ela só ficou repetindo “mentira, mentira” horrorizada e ao mesmo um comichão tão grande, que ela fechou as pernas, pegou um banquinho e se sentou ao lado do divã. Normalmente a gente não vê a pessoa, mas Laura estava inquieta e queria saber detalhe por detalhe, sobre o que fiz na festa de formatura do meu sobrinho Há alguns meses, numa dessas noites comuns de família, meu irmão soltou um comentário que ficou ecoando na minha cabeça por semanas.
Estávamos na cozinha. A luz amarelada refletia na bancada de granito. O cheiro de café ainda pairava no ar.
— Minaho… — ele suspirou, encostando na pia. — Tô bem preocupado, sabia. Quanto mais a formatura se aproxima, mais o Takashi fica estranho.
— Mas, estranho como? — perguntei, já sabendo a resposta.
— Mais calado do que o normal. Já não sai do quarto. Fica jogando. Não fala do baile. Não fala de ninguém. Nem sei se está a fim de alguém. Aquela coisa.
Eu sabia exatamente o que aquilo significava.
Takashi sempre foi tímido. Desde pequeno. Observador. Inteligente demais para a própria idade. Daqueles meninos que pensam antes de falar e, por isso mesmo, quase nunca falam. Deve gostar de alguém platonicamente, mas acha uma preguiça seguir todas as regras de se relacionar com alguém.
Depois que minha cunhada faleceu, ele mergulhou de vez no próprio mundo. Computador. Jogos. Fones de ouvido. Silêncio.
A adolescência é cruel com quem não domina o teatro social.
Para muitos jovens, convidar alguém para o baile é quase um ritual divertido, uma aventura. Para ele, era tortura pública. E ainda havia um detalhe burocrático: presença obrigatória para concluir o ano.
Enquanto conversávamos com preocupação, ouvimos os passos dele descendo as escadas. Pesados. Arrastados.
Ele entrou na cozinha com o celular na mão, como se fosse um escudo.
— Oi, Takashi — falei, abrindo os braços. — Cadê o beijo da tia?
Ele se aproximou sem jeito. Eu o abracei. Ele permitiu, mas o corpo permanecia rígido, segurando o celular e olhando para a tela.
Quando era criança, ele pulava no meu colo. Me apertava como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo. Crescer fez ele desaprender o toque.
Meu irmão foi direto:
— E aí, conseguiu alguém para ir com você na festa?
Takashi fez que não com a cabeça. Nem levantou os olhos.
— Ninguém quer ir comigo… — a voz saiu abafada, quase inaudível. — E os meninos estão até apostando que eu vou sozinho. Ninguém votou contra.
O ar ficou denso. Eu vi ali não apenas o meu sobrinho. Vi um jovem sendo esmagado pela expectativa social perversa.
— Eu vou com você, se você quiser — ouvi minha própria voz dizendo.
O barulho do celular sendo pousado na bancada foi imediato.
— Como assim? — meu irmão perguntou, confuso.
— Eu vou com ele. Qual é o problema?
Takashi finalmente levantou os olhos para mim. Confusão, vergonha, e algo que reconheci imediatamente: alívio.
— Tia… você não precisa fazer isso…
— Eu sei que não preciso, mas eu vou. Não por dó. — Aproximei-me, colocando as mãos em seus ombros. — Você precisa se conhecer melhor. Você é lindo e as pessoas sabem disso. Só você que não.
Meu irmão cruzou os braços.
— Minaho, você tem certeza? Você não gosta desses eventos.
Eu sorri.
— Tenho. E a gente vai fazer bonito, né Takashi?
Ele engoliu seco.
— Eles vão rir de mim, falando que fui com a minha tia…
— Só se você falar. Ninguém sabe que sou sua tia. Deixa comigo.
— Tá bom… Obrigado, tia. Pai, vou subir.Um alívio para o meu irmão que soltou aquele suspiro e terminou o último gole do café. Alívio dos dois. Do pai para o filho não perder o ano e o menino por não ir sozinho, mas posso ter criado outro.
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Então chegou a noite, o apartamento estava silencioso. Tomei meu tempo. Não era sobre exagero. Era sobre presença.
Escolhi um vestido azul-marinho tomara-que-caia que valorizava meus seios. Corte elegante. Fenda discreta que aparecia apenas quando eu caminhava. Nada vulgar. Apenas feminino.
Colar e brinco de pérolas. Cabelo solto em ondas suaves. Maquiagem clássica. Parecia que estava indo para minha própria formatura.
Postura ereta.
Meu irmão apareceu na porta da cozinha, me olhando como se estivesse vendo outra pessoa.
— Nossa. Posso te pagar uma bebida?
— Pode sim, um Macallan 18, duplo.
— Olha, você não vai me aprontar, hein?
— Sou uma lady, seu bobo.
O som pesado na escada anunciou Takashi.
Ele desceu de smoking. Gravata borboleta. Faixa azul-marinho combinando com meu vestido. Com uma das mãos no bolso e a outra no corrimão.
Estava lindo. O lindo sem traquejo social e inseguro. Precisava dar um jeito nisso.
— UAU — eu disse, aproximando-me. — Você está muito gato!
Fui arrumar a gravata dele. Dava para sentir o coração dele batendo pela boca. Meu perfume — Chanel Nº 5 com um toque de jasmim — preencheu o espaço entre nós. Ele respirou fundo, e vi seus olhos deslizarem para baixo, para o vale dos meus seios, antes de retornar rapidamente ao meu rosto.
— Estamos combinando, tia… — apontou para meu vestido, quase sussurrando.
Deve estar um caos na cabeça daquele menino. Nunca deitou com uma garota, mas deve estar se aliviando solitariamente há tempos. Consigo sentir o cheiro sutil de sêmen seco na mão dele, aquele aroma adocicado e amoníaco que os adolescentes acham que escondem com sabonete. Nem sabem lavar as mãos.
No carro, a cidade brilhava. Luzes refletiam no vidro. A vibração urbana misturava-se com o silêncio entre nós.
Eu sentia a tensão dele, quase palpável.
— Está nervoso?
— Um pouco.
— Um pouco quanto?
— Muito.
Eu ri baixo.
— Ótimo.
Ele me olhou, confuso.
— Significa que você se importa. Se não estivesse nervoso, seria porque não ligava. E você liga, não liga?
Ele assentiu, olhando para as mãos.
Chegamos. O salão estava iluminado por lustres dourados. O chão polido refletia os saltos, os ternos, as expectativas. Grupos espalhados, risos altos, alguns com a família, os meninos em bando azarando as meninas, e os projetos de mulheres que acham que estão arrasando.
Descemos do carro e Takashi começou a andar na minha frente, corcunda, mãos nos bolsos.
— Psiu.
Ele parou e se virou.
— Cadê o seu braço para me conduzir?
Ele ofereceu, pedindo desculpas silenciosas com os olhos.
Eu segurei.
— Caminhe comigo. Não na minha frente. Assim, me dá seu braço. Isso.
Ele respirou fundo. Começamos a atravessar o salão. O braço dele estava petrificado. Nos primeiros passos, seu cotovelo roçou no meu peito, e ele congelou, corando intensamente.
— Relaxa — sussurrei. — É só seu cotovelo. Não vai me machucar.
Coitado, ele já estava suando.
Eu sentia os olhares. Os cochichos começaram imediatamente.
"Caralho… quem é essa? Ela não é do colégio."
"Deve ser uma prima. Ou uma amiga do prédio."
"Aí, sou mais eu…"
Tinha adultos também, alguns pais, que não tiravam os olhos de mim. Até umas moças estavam me despindo com o olhar, curiosas.
Takashi estava rígido demais.
Aproximei meu rosto do dele, sentindo o calor de sua bochecha.
— Olha como eles estão olhando para a gente.
— Ou julgando… — ele murmurou.
— A diferença é quem está julgando. Você acha que sou velha para você?
Ele apertou minha mão com força surpreendente.
— Não, tia. Você é… — ele parou, buscando a palavra. — Você é a mulher mais bonita que eu já vi. Pessoalmente. Na vida real.
— Você nunca me falou isso, né?
— Sempre quis. — Ele olhou para os próprios sapatos, depois para mim, coragem misturada com medo. — E quando era pequeno, queria casar com você. Lembra?
— Lembro. Você tinha sete anos e chorou quando expliquei que tias não podiam se casar com sobrinhos.
— Eu ainda acho injusto — ele sorriu, pela primeira vez na noite. — Gosto muito de você, tia. E queria te pedir desculpas por tudo. Sempre simpática comigo, sorrindo, me abraçando e eu nunca correspondi direito.
O coração dele batia tão forte que eu sentia através de seu braço.
— Que fofo! — Abracei forte o braço dele, pressionando meu peito contra ele de propósito. — Vamos combinar uma coisa. Quanto mais você fala "tia", mais as pessoas vão perceber. Nosso plano não é esse. Então me chama de Minaho, tá bom? - pensei um pouco e - Vou ser sua namorada até o final do dia, tá bom?
Acho que foi muita informação de uma vez. Dizer que sou a sua namorada para um jovem que nunca namorou, minha boca com batom vermelho quase encostando na orelha dele, sussurrando coisas. E os olhos dele, que mais pareciam bolinhas de pingue-pongue, quase caindo para o meu decote.
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O auditório estava abafado. Cheiro de flores artificiais, suor nervoso do orador que gaguejava, o diretor que parecia um padre rezando, microfones chiando. Discursos longos demais. Todos sentados em cadeiras de cinema, fingindo atenção.
Takashi estava entediado. Confesso que eu também.
Coloquei minha mão sobre o braço dele, sentindo a tensão muscular.
— Está respirando?
— Sim. — Ele riu sem graça. — Isso aqui demora demais. E eu… eu não paro de pensar no que você disse. Agora pouco.
— No que?
— Que você seria minha namorada. — Ele engoliu em seco. — É só para fingir, né? Para os outros?
Fiquei olhando para ele de perfil.
— Você quer que seja de verdade, Takashi?
Ele não respondeu. O silêncio dizia tudo.
Finalmente, após o último diploma, a multidão migrou com uma felicidade para o salão de festas. Música pop alta, mesas de finger foods, ponche sem álcool que os adolescentes tentavam embebedar discretamente.
Takashi parecia peixe fora d'água, parado no canto do salão.
— Minaho… — ele murmurou, usando meu nome pela primeira vez. — Preciso tomar um ar. É muito barulho. E eu… queria falar uma coisa para você.
— Claro. — Peguei sua mão, dedos entrelaçando-se. — Vamos por aqui. Tem uma escada aqui.
Guiei-o através da multidão, ouvindo os cochichos:
"Olha o Takashi com uma gostosa."
Adorei ouvir isso desses jovens que não transam, mas fingem.
Subimos uma escada lateral que levava a um mezanino estreito e pouco iluminado. Dava para ver o salão por cima, e também o terraço externo arborizado através de uma parede de vidro.
Do lado de fora, Takashi se debruçou no parapeito de concreto se apoiando com os cotovelos, respirando fundo. O ar de novembro cortava, mas ele parecia não sentir.
— Desculpe — disse, voz trêmula. — Sou um fracasso até na minha própria formatura. Não consigo nem ficar no salão direito.
— Não fala isso. — Aproximei-me ao lado dele e nossos braços se encostaram — Você é inteligente, gentil. Só precisa de confiança. Essas coisas vêm com o tempo. E com… experiência.
Ele não conseguia olhar nos meus olhos. Olhava para baixo — para meus seios, que a posição destacava. Suas lentes embaçam levemente. Finge não me importar e olhava para a quadra lá embaixo e continuei falando.
— Minaho… desculpe. — A voz saiu como fio de costura. — Eu sempre… sempre tive…
— Está tudo bem, querido. Para mim, você pode falar qualquer coisa, viu?Puxou todo ar que tinha na frente, contou 1, 2 e 3 mentalmente e:
— Sempre tive uma atração por você… — As palavras saíram corridas, como se temesse que a coragem desertasse, como crianças que saem correndo de qualquer jeito e vai caindo.. — Fico vendo as suas fotos nas redes sociais. Eu… eu sei que é errado. Sou um monstro. Pode me odiar.— Verdade? Achei que ninguém olhasse as redes sociais. E quais fotos você olha mais. - que pergunta idiota que fiz, sabendo a resposta. — Aquelas de biquíni. Você é bonita demais. Seus cabelos, seu jeito… e fico… - e fechou o boca.
Segurei seus ombros, virando-o com firmeza gentil. Ele resistiu, mas cedeu. Cabisbaixo, esperando julgamento. Abaixei a minha cabeça para olhar a cara dele por baixo
— Fica o quê? — Pressionei, curiosa, excitada, perigosa.
— …Duro… — a palavra saiu sufocada. — Fico duro, Minaho….. Me desculpe. Me desculpe.
— E o que você imagina, quando fica duro? — Minha voz desceu de tom, tornando-se algo que não reconheci completamente.
— Imagino… — ele hesitou, olhos buscando os meus, verificando se era armadilha. — Imagino como devem ser lindos os seus peitos. Se são grandes e macios… — ele parou, vergonha vencendo. Ele ameaçou sair do parapeito. O segurei pelo braço.
— Imagina o quê, amor? — usei o termo de propósito, vendo-o estremecer.
— Imagino encostando a minha mão neles… olha, tia. Agora já passei do limite e - interrompi.
— Quer tocar agora? — perguntei, olhando para o alto, para o nada.
Ele parou. Olhou para mim, processando. Parecia um cachorro ouvindo um som estranho, girando a cabeça para o lado.
— Mas não posso fazer isso. Você é minha… - e ele parou de dizer quando olhei fulminante para ele.
— Vamos para lá… - e fomos caminhando de mãos dadas até um corredor mal iluminado, entre a parede do mezanino e a casa de máquinas que ficava atrás do jardim. O encostei na parede e eu parada na frente dele.— Toque neles, querido…— Mas isso é errado. — Se eu não te ajudar, vai tocar nos peitos de quem?
Takashi moveu então as mãos com desajeitamento como quem fosse desarmar uma bomba. Encheu-as de mim por cima do vestido, apertando com força que doeu levemente — inexperiente, faminto, desesperado.
— Assim… mais suave — guiei, colocando minhas mãos sobre as dele. — Sinta primeiro. Veja como é o formato, sinta cada centímetro. Depois aperta. Isso, huumm…Fala para mim. O que está sentindo?
— São pesados — ele ofegou, dedos aprendendo a forma. — Macios. Quentes, nada a ver com o que imaginava. Melhor…muito melhor…Baixei o vestido lentamente, expondo os seios à noite fria. Os mamilos se eriçaram imediatamente. Peguei as mãos deles e pousei neles.
— Oh, meu deus….meu deus… - ele quase chorando - são lindos, macios, sedoso que parece…er… - ele buscou a metáfora. — um marshmallow do tamanho de um melão. Pesados e.. - começou a amassar o meu mamilo bem de leve que me contive com a boca, mas a pele se arrepiou como uma gata. — …você reage. Eu sinto você reagindo.
— Sempre vou reagir a você — prometi, surpreendendo-me com a sinceridade.
— Nossa, Minaho. — Ele repetiu meu nome como mantra. — São perfeitos. Rosados. Grandes. — Ele passava a mão como se fossem duas bolas de cristal.
— Quer sentir com a boca, amor. Me mostra o que você aprendeu com os filmes de sacanagem.
Ele obedeceu, agachou um pouco e colocou a boca quente fechando-se em torno do mamilo. A língua circulou, aprendendo o formato, o gosto, a reação. Mordidas leves e a sua barba por fazer me fez arquear as costas.
— Assim? — perguntou, voz abafada contra minha pele.
— Nossa, sim. Mais forte. Assim…. Use agora os dentes e morde ele bem de leve… mulher adora isso…
Ele aprendeu rápido. Muito rápido. A boca que nunca beijou direito agora chupava, mordia, lambia com dedicação que me fez ver estrelas. Afundei as mãos em seus cabelos, puxando a cabeça dele para cima e o beijei.
— Você beija bem, Takashi — menti, ou talvez não fosse mentira. — Muito bem.
— Sei que você está mentindo — ele sorriu com os lábios ainda encostados nos meus. — Mas obrigado. Me ensina do jeito que você gosta de ser beijada.
Nossas línguas encontraram-se. Ele era tímido no início, depois faminto, depois… habilidoso. Aprendendo o formato da minha boca, o ritmo, a respiração. Quando nos separamos, senti o membro duro contra minha coxa. O volume em suas calças era inegável, pulsante.
— Isso… — murmurei com a mão deslizando até a calça, acariciando a protuberância. — Isso tudo é por mim?
— Desde que eu tinha quinze anos — ele admitiu, quadris se movendo involuntariamente contra minha mão. — O que já me masturbei pensando em você. Já te homenageei no banheiro, na minha cama, na cozinha, no banco traseiro do ônibus, até já imprimi uma foto sua do face e gozei em cima dela… - e se assustou com que ele mesmo falou, percebendo que eu estava bem na frente dele. Só que estava com um sorriso de satisfação.
— Nossa, que delícia e me sinto prestigiado por tanto desejo. - Disse olhando nos olhos deles, e depois olhei para baixo. - E o que você queria fazer? — e mordi o meu lábio inferior.— Ah, ficaria feliz se tocasse nele. Mas não tem problema se tiver nojo. Tô todo mela… - e enfiei a mão para dentro da cueca de algodão e sinto o membro tão encharcado como um recém nascido acabando de nascer.Baixei a cueca e o libertei daquela prisão e pasmem, dois palmos de desejo reprimido, pulsante e balançando como um brontossauro para a esquerda.Deve ter uns 17 cm e enche bem a mão. Bem ereto e inchado de tesão, as veias se moviam como serpentes esverdeadas, eu ficando hipnotizada. A pele toda esticada para liberar uma glande rosada, lustrosa e pulsando como uma água-viva. Passei o dedão e apertei bem de leve o buraco que saiu um gota transparente e escorreu pelo membro.Aproximei o meu nariz para perto daquele shiitake, não só pelo tamanho, mas pelo aroma. Forte, almiscarado, denso de menino se tornando um animal, denso de suor limpo. Então dei um beijo na pontinha o que fez um filete do pré-gozo grudar no meu lábio. Puxei bem devagar para dentro da boca e um salgadinho com um dulçor no final.
Eu ali agachada e sem calcinha, eu me vazava com um carro derramando gotas de óleo, não aguentei aquele membro apontado para a minha cara todinho meu naquela noite. Então passei a lamber e sentir toda a sua textura em braile bucal.Takashi estava ofegante e com taquicardia, mas quis aproveitar cada segundo que inspecionava aquela rola maravilhosa. Como é bom provar um jovem e ainda mais de um virgem. Ninguém havia botado a boca nele e eu seria a primeira.Achei graça do meu pensamento, sorri e abri a boca para me engasgar com aquele pinto molhado.
— Esse sou eu, Minaho. Tudo que eu sinto, está aí. - disse enquanto o seu rosto se desfazer em prazer. Eu respondi emitindo um sim com o nariz, pois é feio falar de boca cheia.Nossa, faz tempo que não chupava uma pica com tanta vontade, assim devagar, com tempo e paciência. Nossa que delícia quando se tem todo o tempo do mundo. Nenhum homem se importa se queremos todo o tempo do mundo para apreciar um bom pinto, pois já querem comer a gente. Mas eu tinha tudo aquilo só para mim.Então Takashi segurou a minha cabeça e pelos meus cabelos, coordenou um movimento de vai e vem, devagar, ritmado, sem que me machucasse. Olha, ele seria um ótimo comedor de meninas. E eu fazendo sons obscenos enquanto a saliência raspava pelos meus lábios. As bolas batendo no meu queixo e seus pelos pubianos com cheiro deliciosamente sujo de macho excitado. — Minaho, que delícia. Não tô mais aguentando… vou gozar - e ele começava a tirar o pau da minha boca. Não deixei. — Quero ser a primeira mulher que você vai encher de porra na boca… goza dentro de mim, seu pirocudo gostoso. Goza tudo em mim!!Ele com a mescla do proibido e do sonho de qualquer homem, deixou lá dentro de mim.Por meio segundo, o membro inchou e descarregou jatos acompanhando a pulsação daquele dinossauro. Na primeira remessa veio bem quente, denso, salgado, um molho tártaro. No segundo veio mais um iogurte deixando de ser salgado, ficando mais ácido e enchendo a minha boca.E eu engolindo aquele leite condensado de um homem que gozava pela primeira vez em alguém, no terceiro jato não deu tempo de conter tudo na minha boca e escorria pela lateral da minha boca caindo nos meus seios.Me levantei lambendo os meus lábios e olhei para os meus peitos, quando Takashi limpou as últimas gotas com o indicador e o colocou delicadamente na minha boca, para eu chupar e ele assistir de frente. Então sem perder tempo, ele aproximou o rosto de mim e me beijou com calma, a língua se entrelaçaram e ele mesmo sentindo o gosto do próprio leite.Vejo os olhos dele e vejo lacrimejar. Acho que são tantas emoções que ele não se conteve. O abracei com força e carinho e ouço no meu ouvido— Obrigado Minaho. Eu te amo. Te amo muito.— Eu também te amo, querido.— Por isso que queria casar com você. Você é perfeita, linda, carinhosa e…gostosa demais. Não sei como ainda está solteira. — Ainda bem, né? Senão não estaria aqui fazendo isso com você. Mas adorei te sentir, sentir o que você sente por mim, seu corpo lindo e tenho certeza absoluta que esse pau vai fazer muitas mulheres felizes e emocionadas, assim como eu fiquei.— Ele é todo seu, Minaho. Sempre será seu e poderá ter a hora que quiser. Aliás, ele gostaria de conhecer outros buracos.Confesso que estava louca para sentir aquele pau entrando em mim, mas eu já passei todos os limites éticos, sociais e criminais por uma noite. Deixei meu sobrinho, que completou 18 anos há dois dias, chupar os meus peitos e chupei a rola dele. Acho que o resto ele precisa experimentar com outras meninas. Mas prometi que quando chegar em casa vou bater uma ciririca bem gostoso na banheira sentindo o cheiro de porra de Takashi no meu peito.— Guarda isso - Limpei o pinto de Takashi com o lenço umedecido que tinha na pequena bolsa. - A frustração fez ele ficar com um bico. - Essa é a vida, querido. Não se pode conseguir tudo de uma vez. Sei o que você quer, mas precisamos voltar para o salão.— Essa é a única vantagem de não ser notado por ninguém, mas te entendo Minaho. Estou muito feliz por hoje a noite e parece que tirei uma escultura de 50 kg dos meus ombros. Que sensação gostosa.— Que bom ouvir isso, querido. Saiba que você sempre pode contar comigo, viu?— Minaho, posso te dar um último beijo antes de descer para o salão?— Claro. Vem beijar e sentir a língua de sua namorada descartável ihihih.— Descartável porque você quer. Eu por mim, te comeria todos os dias.— Ai esse menino. Amanhã seria a sua tia. Mas vem me dar um último beijo. Isso…huuumm…que sorte da próxima boca que grudar nela. E voltamos de mãos dadas para o caos do salão, tocando pop rock dos anos 90, globo piscante no teto e flashes intermitentes que deixavam todos no breu e ao mesmo tempo cegava.Peguei um copão de ponche e abri a minha bolsinha que secretamente trouxe o meu whisky num pote de plástico. Adicionei 12 anos de pura felicidade naquele cítrico. Precisava descarregar toda a tensão, excitação e dançar que nem uma louca. Takashi ficou lá no bar voltando a ser o rapaz tímido e contido. Mas ele estava satisfeito do feito dele e isso que importa.Muita gente dançava no salão e tenho certeza que estava rolando muito álcool e drogas, porque os rapazes e as meninas estavam bem animadas e vários casais de pegando no meio do salão. Apesar de jogar os meus cabelos para lá e pra cá, não podia ignorar em olhar os rapazes beijando as moças e não saia da minha cabeça que um dia seria o Takashi no meio dessa gente beijando uma sortuda. E depois vai comer até ela urrar de tanto gozar.Comecei a ficar com ciuminho e um pouco triste quando senti um choque elétrico subir pela minha espinha e senti dedos quentes e decididos invadindo a fenda alta do meu vestido, direto, sem rodeios, sem pedir licença
A palma inteira de Takashi colou na minha buceta que já estava encharcada, os dedos médios separando os lábios inchados e melados, roçando o clitóris latejante.. Olhei para trás por cima do ombro, o cabelo grudado no pescoço suado, e lá estava ele: meu sobrinho, colado em mim como um animal no cio, o peito duro pressionando minhas costas, a respiração quente no meu ouvido.
Seu pau — aquele pau grosso, que eu já conhecia tão bem — encaixou-se perfeitamente no vale da minha bunda. Mesmo através do tecido fino do vestido e da calça dele, dava para sentir cada veia pulsando, a glande inchada roçando minha nádega como se quisesse furar o tecido e entrar de uma vez. Mas sei que estava lá me provocando.Daí ele puxou a fenda do vestido para o lado com um movimento bruto, expondo a coxa direita inteira, a curva da nádega nua brilhando de suor sob as luzes piscantes e intermitentes. Mal dava para enxergar os outros, então ninguém estava me vendo.
— Você tá louco, Takashi… — berrei no ouvido dele, a voz rouca engolida pela batida ensurdecedora do som
— Eu vou te foder aqui mesmo, Minaho. Você é a minha até a meia noite… e vou fazer você ver estrelas, minha putinha — rosnou ele, a voz grave vibrando contra minha nuca. Nossa estava me sentindo uma puta mesma.
Como se tivesse sincronizado a música “Livin’ on a Prayer” do Bon Jovi, Takashi socou a rola dele. De uma vez só, sem preliminares, sem aviso. A rola grossa, molhada do gozo anterior e do meu próprio mel que já escorria pelas coxas, abriu caminho pela entrada apertada e inchada da minha buceta como se fosse feita para aquilo. Senti a glande larga esticando as paredes internas, rasgando e arranhando cada centímetro vazio com uma pressão deliciosa e obscena. Era como se um pêssego maduro em calda e bem quente tivesse sido enfiado em mim de repente — pulsante e melado. Meus olhos reviraram, a visão embaçou com as luzes estroboscópicas, e eu vi estrelas mesmo, Jesus Cristo piscando no meio da multidão.
As estocadas seguiam o ritmo da música que evoluiu e quando chegava “whoa-oh” do refrão que todos cantavam em coro, eu berrava de prazer xingando meio mundo que nem uma louca!!
Takashi metia em mim até o talo, o saco dele batendo contra meu clitóris exposto, fazendo um barulhinho molhado e sujo que se perdia na música alta. Eu rebolava para trás, fingindo que ainda dançava, os quadris girando em círculos rápidos e safados, apertando o pau dele lá dentro com cada contração involuntária da buceta. Era gostoso demais, indecente demais — sentir aquela pica dura me furando enquanto o salão inteiro pulsava ao nosso redor.
Eu já não me importava mais se alguém via. Que vissem. Que filmassem. Que se masturbassem no banheiro depois. Que se foda… ou melhor, que me fodam. Takashi me fodia com uma reverência suja: segurava minha cintura com uma mão, empinando meu corpo para trás para meter mais fundo, quase me fazendo cair de joelhos no meio do salão.
Então ele agarrou meu cabelo longo com força, puxou minha cabeça para trás até meu pescoço arquear, expondo a garganta suada e pulsante.
— Vou gozar dentro dessa buceta, sua puta… — grunhiu no meu ouvido, os dentes mordendo o lóbulo.
— Goza dentro, seu filho da puta! Me enche toda de porra! — implorei, a voz tremendo de tesão.
Só eu gozei, fazendo todo o meu mel escorrer pelas pernas, quase me mijando. Mas o bendito não gozou dentro de mim. Tirou o pau de mim de repente — um vazio cruel que me fez gemer alto —, pegou meu copo de whisky que eu ainda segurava com a mão trêmula e, bem na minha frente, jorrou jatos grossos e quentes de porra direto no líquido âmbar. O esperma branco e viscoso caiu em cordões pesados, misturando-se ao gelo que derretia, formando espirais leitosas na superfície. Depois, sem hesitar, enfiou a cabeça ainda latejante do pau dentro do copo, girando devagar como um misturadorMe entregou o copo com um sorriso demoníaco. O cheiro forte de sêmen fresco se misturando ao álcool, criando um aroma de pecado, viciante, que subiu direto para o meu nariz.
— Me bebe, Minaho. Com o sabor de “quero te furar todos os dias”.
Eu peguei o copo com as mãos tremendo de excitação. Levei aos lábios carnudos, inclinei devagar e bebi em goles longos, profundos, sentindo o líquido morno e salgado descer pela garganta. O gosto era perfeito — o amargo do whisky misturado ao doce salgado da porra dele, quente, grosso, pegajoso. Engoli tudo, lambendo os lábios depois, sentindo o resíduo viscoso e endurecido grudar na língua, como doce de leite.
E não é que ficava bom mesmo? Delicioso. Proibido. Meu corpo ainda tremia do orgasmo que eu tinha tido enquanto ele metia, a buceta latejando vazia, pingando mel pelas coxas expostas. Olhei para Takashi com os olhos semicerrados, lambi o canto da boca e sussurrei:
Estava exausta, o corpo inteiro tremendo, as pernas mal sustentavam o peso, bambas e moles, a xereca latejando de tanto ser arrombada e gozada, um rio quente e viscoso escorrendo pelas coxas internas, misturando porra dele, meu suco e suor. O vestido azul tomara-que-caia agora era uma ruína completa — manchas brancas e pegajosas espalhadas pelo decote, pela saia amarrotada, exatamente como o de Monica Lewinsky depois de um plantão presidencial. O tecido grudava na pele suada, delineando os mamilos ainda duros e sensíveis, e o cheiro de sexo impregnava tudo: porra fresca, buceta excitada, whisky derramado e um leve traço de urina que ainda nem tinha percebido.
O cabelo preto longo estava um caos selvagem — mechas grudadas no rosto e no pescoço suado, embaraçadas por mãos ansiosas, por puxões brutais. Mas por dentro eu me sentia vitoriosa, saciada, poderosa. Tinha feito um virgem gozar como um animal, tinha sido a primeira boceta que engoliu aquela pica grossa e latejante até o talo, tinha arrancado gemidos roucos dele enquanto ele me chamava de puta, de tia, de tudo que era proibido. A sensação de ser comida assim, de ser usada e ainda assim mandar no jogo, era inebriante.
No banco traseiro do carro, na volta para casa, nos abraçamos como dois namorados condenados. Eu me aninhei no peito dele, sentindo o coração ainda acelerado batendo contra meu ouvido, o cheiro dele — suor, porra seca na calça, meu perfume misturado — me envolvendo como um cobertor quente e sujo. Uma tristeza doce apertava o peito: em breve ele ia voltar a ser só o sobrinho, e eu, a tia certinha. Mas por enquanto, ainda tínhamos aqueles minutos roubados.
— Quero te comer mais vezes… — sussurrou Takashi no meu ouvido, a voz baixa e rouca para o motorista não ouvir, o hálito quente roçando a orelha.
— Vai ter que comer as menininhas da sua idade, meu amor — respondi baixinho, passando os dedos pelo cabelo dele. — Daqui a pouco volto a ser sua tia. Seu pai me mata se souber que a irmã dele fez. Deixou massagear os peitos, mamou, eu mamei você, te beijei de língua, me comeu numa pista de dança no meio de tanta gente, gozou no meu drink e fez beber. Acho que até o Diabo ficaria horrorizado de mim.
Ele suspirou, triste, mas com um sorriso safado nos lábios. A mão grande ainda repousava na minha coxa nua, os dedos tentando escorregar devagar para dentro da fenda do vestido, roçando a pele melada. Dei tapas leves de reprovação na mão dele, rindo baixinho, mas meu corpo traía: a buceta dava um pulso toda vez que ele encostava perto.
Chegamos no hall do elevador do térreo do prédio dele. Dei um abraço longo, quente, quase me pendurando no pescoço dele de tão cansada. Nosso real e último beijo como namorados. Meu corpo colado no dele, seios esmagados contra o peito, quadril roçando o pau que ainda estava meio duro dentro da calça. Queria que durasse para sempre. Mas tinha sair correndo dali para deixar de ser a princesa e voltar a ser a Tia Cinderela.
Mas Takashi não deixou. Me puxou para a escada de emergência, a porta de metal pesado e vermelho batendo atrás de nós com um eco seco. Ele levantou meu vestido sem cerimônia, expondo a buceta ainda inchada, vermelha, brilhando de tanto gozo misturado. Ergueu minha perna direita e a colocou no corrimão frio — precisei me agarrar na grade com as duas mãos para não cair, o corpo arqueado, a buceta completamente arreganhada na altura do rosto dele.
Takashi se agachou devagar, os olhos famintos fixos na minha vulva exposta. Eu olhava para baixo, o rosto cansado mas excitado, os lábios entreabertos, uma expressão de rendição total: “Faça o que quiser comigo, acaba comigo de vez”. Ele aproximou o rosto, sentiu o cheiro forte de sexo que subia dali — porra seca, mel fresco, suor — e carinhosamente meteu a boca inteira. Meu Deus…
Primeiro vinha o doce inicial, sutil e quente — como mel de flores silvestres misturado com um toque de manga madura, fresco e suculento, que se espalhava devagar pela boca quando a língua roçava os lábios externos inchados e lisos. Era o meu suco da excitação do gozo recente: limpo, mas carregado de tesão acumulado, aquele doce natural que algumas japonesas têm quando estão muito molhadas, quase como um licor de frutas tropicais diluído em água morna.
Mas aí, quando a língua mergulhava mais fundo, abrindo as dobrinhas macias e vermelhas, o sabor mudava e ficava obscenamente viciante. Um salgado leve surgia, sal da pele suada da virilha misturada ao mel grosso que escorria de mim em fios transparentes e pegajosos. Era um sal marinho sutil, mas quente, que contrastava perfeitamente com o doce, criando uma sensação de “quente e frio” na boca — como lamber um sorvete de caramelo com pequenos cristais de sal do Himalaia, só que vivo e pulsante.
Mais para dentro, perto da entrada apertada e quente, o gosto ficava mais denso, mais animal: um almíscar feminino profundo, terroso, com um leve toque metálico que lembrava sangue fresco misturado a algo doce e proibido.
A boca de Takashi estava hermeticamente vedando a minha xoxota e me chupava como se um aspirador de piscina tivesse sido ligado direto no meu clitóris. Ele mamava com uma força animalesca, a língua grossa lambendo por cima, por baixo, circulando o botão inchado, sugando os lábios melados como se quisesse engolir tudo que restava. Os dentes roçavam de leve, a sucção era tão intensa que eu sentia o clitóris pulsar, esticar, quase doer de tanto prazer. Gemidos escapavam altos, ecoando pela escada vazia — pareciam várias mulheres sendo chupadas ao mesmo tempo, um coral de putaria proibida.Não demorou para o orgasmo subir como uma onda. Apertei as coxas na cabeça de quem estava chupando —, o sabor explodia: ficava mais cremoso, mais espesso, com um toque leitoso que lembrava leite de amêndoas adoçado com mel, mas salgado no final. O líquido jorrava quente na língua dele, escorrendo pelos cantos da boca, e deixava um aftertaste que duravam minutos: doce, salgado, ácido, almiscarado, tudo ao mesmo tempo. Era impossível não engolir, impossível não querer mais. Ficava grudado no céu da boca, na garganta, como se ela tivesse marcado território ali.
Só que junto com outra urgência: uma pressão enorme na bexiga, vontade descomunal de mijar.
— Takashi, sai daí… quero fazer xixi… tem um banheiro aqui embaixo, perto do salão… Takashi, me larga… ai, Takashi… me solta…
— Quero que goze na minha boca — ele grunhiu contra minha buceta, a voz abafada, vibrando direto no clitóris e “dedilhado” pela sua língua grande e áspera.
— Quero gozar na sua boca, mas vou acabar fazendo xi… — E então veio outra sucção brutal, a língua pressionando cada centímetro sensível, lambendo da entrada até o clitóris em movimentos rápidos e famintos.
Não aguentei. O orgasmo explodiu junto com o jato quente. Fiz xixi na boca dele — um jorro forte, quente, dourado, escorrendo direto pela garganta. Vi o gogó dele subindo e descendo rápido, engolindo tudo sem hesitar, os olhos fechados de prazer puro. O líquido escorria pelos cantos da boca dele, pingando no queixo, no chão da escada. Era muito errado, sujo, proibido — e a sensação mais gostosa e depravada que já senti na vida. Meu corpo tremia inteiro, as pernas fraquejando, o prazer misturado à vergonha me fazendo gemer alto.
Perdi o equilíbrio de vez. Caí com a buceta toda aberta em cima da boca dele, que ainda estava ajoelhado, mamando e mordendo a minha entranha com os lábios. Ele me segurou pela bunda, as mãos grandes me sustentando enquanto eu escorregava devagar até o chão frio.
Rimos — eu de nervoso, chorando de tanto tesão, caindo lágrimas de choque; ele de puro prazer, o rosto brilhando de mel, porra e urina misturados. Arrumei o que restava do vestido condenado — agora definitivamente inutilizável —, chamei o elevador com as mãos trêmulas, melando o botão e o empurrei para dentro.
Dei um beijo no ar, mandando um tchau com a mão tremendo. Acredita que ele havia tirado o pau para fora da calça e acenando para mim? Ignorei. Meu corpo não aguentava mais gozar. Estava destruída, saciada, marcada, literalmente fodida. No dia seguinte, o sol já batia forte no lounge do aeroporto quando meu celular vibrou duas vezes no bolso da calça creme. Eu estava ali, ainda com o corpo dolorido de tanto ser fodida na noite anterior — a buceta inchada e sensível roçando contra a costura da calça a cada passo, um lembrete quente e constante do que Takashi tinha feito comigo. Os mamilos endurecidos marcavam o tecido fino da blusa branca, e eu sentia o cheiro residual de sexo grudado na pele, mesmo depois de um banho, não lavei o busto.
Primeira mensagem: meu irmão. O tom era todo grato, paternal, aliviado.
“Minaho, obrigado mesmo por ficar com o Takashi ontem. Ele voltou radiante, me contou tudo (tudo o que, meu Deus?), disse que conversou bastante contigo. Tá motivado pra caralho: vai correr atrás de emprego e de vaga na faculdade. O que você fez pra ele mudar tanto assim? Tô impressionado. Beijo, mana.”
Eu ri baixinho, respondi rápido: “Só dei uns conselhos de tia, irmão. Ele é bom menino, só precisava de um empurrãozinho.”
Mas a segunda mensagem… ah, essa me pegou de surpresa e fez minha buceta dar um pulso forte só de abrir.
Era uma foto: o pau dele, de manhã cedo, ainda meio mole mas grosso e pesado, deitado contra a barriga dele. A glande rosada brilhava com um restinho de pré-gozo ou saliva seca, as veias salientes marcadas na pele clara, o saco pendurado cheio e relaxado. E a legenda, digitada com aquele jeitinho safado dele:
“Muito prazer, sou a pica de Takashi. Gostaria um dia de conhecer o cuzinho da Minaho. Será que há essa possibilidade? 😈”
Eu soltei uma gargalhada alta e involuntária, daquelas que fazem as pessoas virarem a cabeça na sala. Cobri a boca com a mão, mas os olhos já estavam marejados de riso e tesão misturados. Meu rosto queimava, as bochechas vermelhas, e eu sentia o calor subindo pela nuca. Discretamente, como se ninguém estivesse olhando (mas todo mundo olha, né?), deslizei a mão esquerda por cima da calça, pressionando a palma bem no meio da virilha. O tecido grosso roçava o clitóris ainda sensível, e eu apertei devagar, sentindo a umidade começar a se formar de novo na calcinha de algodão simples que eu tinha colocado hoje.
Pensei em tudo que tinha rolado numa única noite louca.
Pensei na rola dele me abrindo inteira no salão, estocadas no ritmo do Bon Jovi, o pau pulsando dentro de mim enquanto eu rebolava fingindo dançar.
Pensei na porra quente caindo no meu copo, o gosto salgado misturado ao whisky descendo pela garganta em goles gulosos.
Pensei na boca dele mamando minha buceta na escada, sugando como se quisesse me virar do avesso, e depois engolindo meu xixi quente sem piscar, o gogó subindo e descendo enquanto eu gozava e mijava ao mesmo tempo. Nunca fiz isso em ninguém.
Pensei no cuzinho que ele agora queria — apertado, virgem dele, mas já latejando só de imaginar aquela glande grossa forçando a entrada, esticando o anel rosado devagar, centímetro por centímetro, até eu gemer rouca e pedir mais.
Meu dedo médio pressionou mais forte por cima da calça, circulando o clitóris em movimentos lentos, escondido no meio da multidão que esperava o voo. Ninguém percebia, ou pelo menos fingia que não. Eu mordi o lábio inferior, os olhos semicerrados olhando para a foto no celular, zoom na cabeça inchada do pau dele, imaginando o cheiro de água sanitária, o gosto salgado, o calor que irradiava quando estava duro dentro de mim.
Que delícia. Que puta delícia ser desejada assim, ser a tia que virou a puta particular do sobrinho.
Chamaram o meu vôo. Peguei a minha mala de mão, a pasta executiva em cima dele e minha bolsa. Andava pelo saguão do John Kennedy costurando um mar de gente, mas minha mente estava longe: no cuzinho que ele queria conhecer, na próxima vez que ele me pegaria de surpresa, na possibilidade de abrir as pernas de novo e deixar ele me destruir inteiro.
Guardei o celular no bolso, mas mantive a mão na virilha o caminho todo, apertando de leve, sorrindo sozinha como uma boba apaixonada — ou melhor, como uma vadia saciada que já queria mais.
Porque sim, Takashi. Tem possibilidade. Tem muita possibilidade.
E quando acontecer, vou deixar você entrar devagar… e depois pedir pra meter forte até eu não aguentar mais.
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